quinta-feira, 25 de outubro de 2018

CAP. 11 - ALCORÃO:APONTAMENTOS PARA UMA CRÍTICA INTERNA & EXTERNA.

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CAP. 11
APT. 11 - A QUESTÃO CRÍTICA INTERNA 01: PLÁGIO 
- QUESTÃO:
Seria Deus dotado de um extremo mau gosto literário?
E inescrupuloso, ao ponto de fazer apropriações indevidas de obras alheias, inclusive da literatura pagã, afim de lhes dar o status de (nova) revelação divina??
E a verdade no Alcorão: um detalhe irrelevante ou valor absoluto???
APONTAMENTOS:
"Do ponto de vista literário, o Alcorão tem pequeno mérito. Declamação, repetição, infantil. Uma falta de lógica e coerência ataca o leitor a cada nova informação. É humilhante para o intelecto humano pensar que essa literatura medíocre tem sido assunto de inúmeros comentários, e que milhões de pessoas têm perdido o seu tempo em absorvê-lo."     (Salomon Reinach) 
I - DO PLÁGIO & SUAS TEOLÓGICAS IMPLICAÇÕES:
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1 - "Quem quer que destrua uma alma, é considerado como se ele destruísse um mundo inteiro. E quem salva uma vida, é considerado como se tivesse salvado um mundo inteiro"
(TALMUDE, Mishnah Sanhendrin 4:5, séculos antes do Alcorão) 
2 - "Por causa disso, prescrevemos aos filhos de Israel que quem mata uma pessoa, sem que esta haja matado outra ou semeado corrupção na terra, será como se matasse todos os homens. E quem lhe dá vida será como se desse  vida a todos os homens."    (ALCORÃO, Sura 5:32-a)
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3 - NOTAS:
i - A Mishnah Sanhendrin pertence ao TALMUDE. E este, embora seja uma literatura judaica muito importante de cunho religioso, não pertence à categoria dos livros divinamente inspirados, caso dos que compõem o ANTIGO TESTAMENTO (a Bíblia Judaica).  
ii - Mas... quem escreveu o Alcorão (E não pode ser Deus!) alega ter inspirado o verso talmúdico. E, logicamente, por extensão, todo aquele livro. O autor corânico simplesmente não tem noção das implicações do que está dizendo. O mesmo irá acontecer com relação à TORAH, ao EVANGELHO e aos SALMOS davidicos, uma vez que o autor do Alcorão também alega ter inspirado o rei e salmista judeu. A inspiração divina de livros tidos por sagrados é  tema que, se fôssemos o explorar, forneceria material pra uma nova obra. O que importa até aqui é o disparate do Alcorão em atestar uma suposta inspiração divina ao TALMUDE. 
3 - IMPLICAÇÕES, num único, mas, exponencial exemplo apenas: Jesus Cristo. 
i - ALCORÃO: embora Ele seja o Verbo de Deus e o Messias prometido aos judeus (SURA 3:45 ), tenha nascido de Maria sem a participação de José (E sim por obra do Espírito Santo.), não passaria de um mero ser humano. 
Não é contraditório? 
Também, segundo o Alcorão, Cristo não teria morrido e ressuscitado; mas, ascendido, antes da Crucificação, aos Céus (SURA 4:157-158).  E a explicação Islâmica comumente aceita depõe contra o caráter de Deus: um sósia teria ocupado o lugar de Jesus possivelmente Judas, não tendo passado tudo de um grande teatro, com o deus Allah sendo o agente da dis/simulação. Há um quê de Gnosticismo no texto e na sua interpretação; e  o fator mentira, como é próprio da religião da TAQIYYA, apenas um detalhe irrelevante. 
ii - TALMUDE: Jesus teria sido um falso profeta, praticamente das artes mágicas e morto com justiça pelos judeus. 
iii - EVANGELHO: Jesus, tal como repercute o Alcorão, mas, sem a mínima noção do que faz, é o Messias, o Verbo divino e foi gerado em Maria do Espírito Santo. Logo, não se trata de um mero ser humano; possui divindade e, segundo o previsto as Escrituras bíblicas, veio redimir com o sacrifício de Si mesmo a humanidade. Tendo ressuscitado (E morrer jamais significou deixar de existir nas Escrituras Sagradas...), apresentou as marcas da Crucificação aos discípulos. E estes, por esse fato e tudo quanto com Ele aprenderam e O viram fazer (Inúmeros milagres  prodígios, e etc. ) reconheceram-no como Deus-Redentor (EVANGELHO DE JOÃO 20:24-29). 
Cabe ainda informar que o Alcorão comete também o desplante de afirmar (SURA 61:14) que o deus Allah teria feito os discípulos de Jesus (Conclui-se que, obviamente, os Doze Apóstolos.) prevalecer (Fisicamente.). Quando, na realidade, foram eles martirizados; tendo os mesmos prevalecido apenas moralmente. A História, em virtude  da pregação apostólica (Deidade e Redenção em Jesus.), seria dividida em antes e depois de Cristo (a.C.-d.C.).
QUESTÃO: 
Como pode um mesmo ser ter inspirado obras tão antagônicas?
E será mesmo que o verdadeiro autor do Alcorão (E não pode ser Deus!) sabia o que estava falando, ao fazer referências tão estapafúrdias à literatura religiosa, sagrada ou não, judaica e cristã??? 
Estes Apontamentos ajudarão ao leitor se aprofundar na resposta. 
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II - O PLÁGIO COMO O   "GÊNERO LITERÁRIO" DE UM AUTOR SUPOSTAMENTE DIVINO. 
1 - FÔSSEMOS DEFINIR O ALCORÃO COMO GÊNERO LITERÁRIO, embora o livro sequer chegue a ter isso, a palavra seria PLÁGIO. Não faltam na referida obra copidesque, apropriações indevidas de narrativas e conceitos biblicos, aos quais se queira dar o status de (nova) revelação divina. Em bem menor escala, o mesmo acontece com  outros livros religiosos judaicos e cristãos. E até mesmo (Pasmem-se!) com obras do Paganismo, conforme veremos neste  Apontamentos
NÃO EXISTISSE A BÍBLIA e, nela, os livros que o deus Allah alega ter revelado (TORAH,  EVANGELHO, SALMOS.), o que sucederia ao leitor do Alcorão? Ele iria ficar completamente sem referência e tateando um universo desconhecido. Universo esse que o Alcorão obriga (Mesmo sem devidamente informar.) a que o leitor possua familiaridade:  histórias, acontecimentos, personagens e conceitos teológicos, geralmente no Alcorão distorcidos, das Escrituras Sagradas judaicas e/ou cristãs. 
2 - Por outro lado, o deu Allah, o Islamismo, a  Caaba (Suposto primeiro templo monoteista erguido na terra.), Maomé e o Alcorão  simplesmente inexistem nas Escrituras bíblicas. Não há uma sequer menção ou predição direta quanto aos mesmos. Indiretamente, Jesus e os Apóstolos previram o surgimento de falsos profetas (Heréticos e libertinos.), os quais enganariam a muitos. E nada mais. Já o ALCORÃO,  demonstra o exposto até aqui, precisa que as Escrituras bíblicas lhes confiram autoridade; mas, isso não acontece. Tudo porque, não corroborando a Bíblia, a qual lhe antecede entre dois mil e setecentos anos (Vejam o Capítulo 10.), não há mesmo como aquele livro sagrado corroborar o Alcorão. 
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3 - Qualquer bom conhecedor da Bíblia e do básico do Alcorão,  irá se deparar, no livro tido por sagrado pelo Islamismo, com:
- Histórias bíblicas com SURPRESSAO E  ADIÇÃO DE DADOS (Leia-se: suposições corânicas);
- Personagens e acontecimentos bíblicos citados e narrados em visível deslocamento histórico e ANACRONISMO;
- Evidentes CONFLITOS TEOLÓGICOS em se tratando de um mesmo tema; etc. e etc. 
Obviamente que o leitor atento chegará à inevitável conclusão de que quem escreveu o Alcorão (E não pode ser Deus.), ao fazer referência à TORAH, ao EVANGELHO e aos SALMOS, demonstra desconhecimento evidente do teor dos mesmos. 
Don Richardson, no seu Segredos do Alcorão, nos chama atenção ao fato de que "o Alcorão traria as suas interpretações dos confrontos de Moisés com o faraó, governador do Egito, 27 vezes em seus primeiros 89 capítulos. Em outras palavras, Maomé repetiu a mesma história uma vez a cada 3,3 capítulos"
No entanto, observa ainda aquele autor: quem teria inspirado o Alcorão (E não pode ser Deus.) simplesmente omite por completo a instituição da Páscoa. 
A razão para tamanha incongruência se explica no fato de que o Islamismo ensina a JUSTIFICAO POR OBRAS DA LEI. Mesmo que Maomé tenha sido dos  DEZ MANDAMENTOS apenas um transgressor contumaz. E nem se pode dizer que tenha sido monoteísta, pelo simples fato de que, biblicamente falando, o Allah corânico não é o mesmo Deus das Escritura bíblicas. 
À instituição da PÁSCOA (Êxodo l2) seguiu-se, na TORAH, o estabelecimento do SISTEMA DE SACRIFÍCIOS SUBSTITUTIVOS (Livro de Levítico). E este era observado desde o princípio e em decorrência da Queda. Pelo sistema vinha o perdão e a propiciação. Em decorrência disso, a vida espiritual dos judeus girava em torno dos serviços prestados no TEMPLO JUDAICO. E nem o mais íntegro dentre os praticantes do Judaísmo podia se eximir de apresentar sacrifícios por suas culpas (TORAH, Livro de Levítico, capítulo 16 todo e ênfase no versículo 34). Mas... o Alcorão optou pela justificação pelas obras da Lei que o seu profeta jamais as praticou. 
4 - OUTROS TRÊS EXEMPLOS EXPONENCIAIS das contradições  apontadas até aqui:
i - SURA  7:157: Maomé se diz mencionado (Predito.) na Torah. E, a partir de tal suposição, o Islamismo quer tomá-lo pelo profeta semelhante à Moisés, prometido em DEUTERONÔMIO 18:18. Aliás, a única profecia a que a sura corânica poderia estar se referindo. 
Todavia... 
Jesus, 500 anos antes, já tinha dado o cumprimento da profecia em Si (EVANGELHO DE JOÃO 5:45-46). E os Apóstolos, no LIVRO DE ATOS 3:18-24, fazem o mesmo, inclusive, citando Deuteronômio 18:18. Conclusão: o Islamismo foi criado em cima de uma mentira; e todo o resto (Da "teologia" ao caráter  e atos ideológicos da religião.), não passam de uma bola de neve de mentiras para "justificar" àquela primeira. 
ii - SURA 9:30: faz uma ACUSAÇÃO LEVIANA aos judeus, de que teriam um tal Uzair, ou Ezra ou Izra por O Filho de Deus; e outra (E esta, sem nenhum sentido.), aos cristãos. É sabido que tais acusações serviriam de justificativa (Possível fosse.) a violência cometida contra os mesmos. Todavia, não encontrando o menor fundamento nas Escrituras bíblicas mencionadas no próprio Alcorão e nem na História. 
Como conceber a ideia de um Deus que sequer sabe o teor do que teria revelado e desconhece a História da humanidade??? 
iii - SURA 3:96: A CAABA teria sido o primeiro templo monoteísta erguido na terra. E, nas suposições islâmicas, Abraão na companhia de Ismael, a teria erguido. E MECA passaria, desde então,  a ser um grande centro religioso e de peregrinação.  Evidente que  não há qualquer respaldo bíblico ou histórico para tais alegações. 
No capítulo 9 deste Apontamentos, ao analisar o quanto as fontes de informação seculares desmentem o teor do Alcorão e ao Islamismo, refutamos o ufanismo fantasioso do Islamismo sobre a "importância histórica" de uma  Meca pré-islâmica. Faltou refutarmos A SUPOSIÇÃO DA SURA 3:96, visto que, através da mesma, quer o Alcorão ligar a religião a uma pré-história monoteísta que o Islamismo nunca teve. Até porque não há uma sequer evidência bíblica de que tenha o seu início com Abraão e/ou Ismael. Antes, pelo contrário, conforme iremos demonstrar. 
Andrew Rippin, no seu Muçulmanos Suas Crenças e Práticas, problematiza a questão da seguinte forma:
- "... Os muçulmanos sabem que os rituais ligados à peregrinação em Meca eram continuações dos ritos pré-islâmicos; tais ritos possuíam conotações pagãs. Como Deus poderia legitimar tais atividades? A resposta é encontrada em Abraão e Ismael que, tendo vivido em Meca e ali praticado os rituais da peregrinação ali (...), deixaram as atividades, mas o significado (...) das mesmas foi esquecido entre os habitantes pagãos da região."
Será? 
Não há nenhuma sustentação nas Escrituras bíblicas que o deus Allah alega (Mentirosamente, óbvio!) ter revelado para tal suposição.  E isso, certamente, contribuiu para que Andrew Rippin fosse tão contundente quanto sarcástico na sua conclusão:
"Na ausência de fontes seguramente contemporâneas, literárias ou epigráficas, nosso conhecimento da 'pré-história' permanecerá filtrado pela figura teologicamente inspirada do passado fornecida por fontes muçulmanas posteriores."
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Até poderiam ser os livros da TORAH, principal  matriz dos plágios corânicos, as fontes contemporâneas de uma  "pré-história” Islâmica. E isso, caso ela tivesse mesmo se iniciado na Antiguidade bíblica com Abraão mais e Ismael com a construção de uma suposta Caaba. Mas esse não é o caso, conforme passo a demonstrar (E cabalmente) a seguir. 
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5 - Conforme eu observo no meu A Bíblia & O Islã: 50 Perguntas (Cujas Respostas Precisam Soar Mais Alto Que O Silêncio Islâmico & do Que As Contradições Corânicas.):

– Não há nas Sagradas Escrituras sequer a menção de que os ismaelistas ou os árabes adorassem ao Deus bíblico.
Seria natural, se Ismael (Como quer o delírio corânico, sobre a construção da suposta Caaba.) tivesse se tornado em verdade um adorador do Senhor; mas, não é o que acontece.
 – Quando das instruções para a construção do Tabernáculo de Moisés, Deus sequer menciona a existência de uma suposta Caaba. E com um agravante: as instruções foram dadas na Península Arábica. (TORAH,  Livro de Êxodo, do capítulo 25 ao 31 e do 35 ao 40.) 
– E  quando da construção do Templo de Jerusalém, Deus sequer menciona (a Davi e a Salomão) a existência de qualquer templo construído por Abraão e Ismael. Antes, pelo contrário: afirma jamais ter habitado até àquela data (cerca de 850 anos depois de Abraão e Ismael.)  qualquer casa (Edificação.), mas, sim, em tenda (No Tabernáculo). 
- O silêncio bíblico apenas atesta a mentira corânica.
- O  testemunho de Deus sobre o tema apenas comprova a mentira do Alcorão.
Ao final deste capítulo, como APÊNDICE, reproduzo um capítulo inteiro do livro mencionado, tanto para refutar a SURA 3:96 e suas alegações sobre a suposta CAABA, quanto para demonstrar a condição do TEMPLO DE JERUSALÉM como o único construído por ordens divinas. E, óbvio, as implicações advindas da devida comparação. 
6 - Seria Deus dotado de um extremo mau gosto literário? E inescrupuloso, ao ponto de fazer apropriações indevidas de obras alheias, inclusive da literatura pagã, afim de lhes dar o status de (nova) revelação divina?? E a verdade nos escritos corânicos??? Trata-se apenas de um detalhe insignificante, quando deveria ser  valor absoluto. 
Eis o Alcorão. 
E pode mesmo o Islamismo resolver tais contradições? 
7 - O JULGAMENTO que fiz até agora, nesses Apontamentos, diz respeito à verdade como critério de avaliação do  conteúdo do Alcorão. Caberia ainda, antes de comprovarmos as OUTRAS FONTES das quais bebeu o autor do livro (E não pode ser Deus.), o JUÍZO MORAL e sua APRECIAÇÃO LITERÁRIA por duas opiniões insuspeitas. Enquanto que a necessidade e a oportunidade de um JULGAMENTO POLÍTICO, também se fazem necessárias, em virtude do pode levar e tem levado a prática extremada da religião de Maomé.
Ei-los:
i - DAVID HUME, filósofo, 
(fazendo referência a Maomé e ao seu Alcorão, num juízo moral):
- "Ele confere louvores a instâncias como traição, desumanidade, crueldade, vingança e intolerância de maneira incompatível com a sociedade civilizada. Não existe regra fixa de direito a ser seguida, e cada ação é rejeitada ou elogiada apenas por ser benéfica ou prejudicial aos verdadeiros fiéis."
(Investigação Sobre O Entendimento Humano
ii - ALI DASTHI, intelectual irariano:
(sobre o valor literário do Alcorão, no Árabe original):
- "O Alcorão contém sentenças incompletas e inteligíveis sem (...) o uso de comentários. Palavras estrangeiras (...) e palavras usadas com o sentido diferente do normal, flexionada sem concordância de gênero e número, pronomes aplicados ilogicamente ou com péssima gramática, e que, às vezes, não têm referentes, além de predicados que, em passagens rimadas, estão frequentemente longe de seus sujeitos... Mais de 100 aberrações corânicas das regras normais (do idioma Árabe) foram nele percebidas."
Nota:
Ali Dasthi é um estudioso muçulmano; o que torna, não bastasse as evidências que nos saltam aos olhos, a sua dedução insuspeita. 
iii - DON RICHARDSON
(estudioso de várias décadas do mundo muçulmano e autor de O Totem da Paz e de Senhores da Terra):
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- "O dia 11 de setembro de 2001 fez surgir, como prioridade absoluta, a necessidade mundial de uma crítica objetiva e concisa do Alcorão."  
III - O PLÁGIO DESMASCARADO PELOS APONTAMENTOS DE UMA CRÍTICA INTERNA DO ALCORÃO. 
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EXTRAÍDO
de Resposta Ao Islã (O Que Todo Cristão Precisa Saber Sobre O Islamismo & Sobre A Sua Própria Fé) - Vol. 01:

"COPIDESQUE  DE  FONTES EXTRA-APOSTÓLICAS, ÀS QUAIS SE DÁ O STATUS DE “NOVA REVELAÇÃO”:
Qualquer bom conhecedor do Novo Testamento e do Alcorão sabe que o último faz referência ou conta, ao seu modo, histórias bíblicas ou de alguns de seus personagens. Quase sempre omitindo e/ou acrescentando dados bastante duvidosos. DE ONDE ELES VIRIAM??? E pode mesmo tais dados ser recebidos, como quer os teólogos e acadêmicos do Islã, como se fossem novas “revelações” e/ou correções ao Antigo e ao Novo Testamento?

1 – A recusa de Satanás em adorar Adão (Suras 2:34 e 17:61): fonte talmúdica.

2 – Alterações (e a inserção de um corvo) na história bíblica de Abel e Caim: Jay Smith, no seu O Corão, Uma Análise Apologética, questiona “De onde poderia ter vindo esta narração corânica? Seria este um registro histórico desconhecido aos escritores bíblicos?”. Para, em seguida, responder:

- “Na verdade, sim, já que a fonte deste relato foi forjada após a redação do Novo Testamento. Em realidade, há três fontes das quais este relato pode ter advindo: o Targum de Jônatas ben Uzias, o Targum de Jerusalém e um livro conhecido como O Pirke-Rabbi Eleazar. Todos os três documentos são escritos judeus a partir do Talmud, que eram tradições orais pertencentes ao período entre 150 e 200 d.C. Estas estórias comentam algumas das leis presentes hoje na Bíblia, mas são famosas por não conterem nada mais que fábulas e mitos hebraicos.”

3 – Abraão (“Contemporâneo” de Ninrod, num puro anacronismo!), destruindo ídolos (assim como Gideão, outro personagem bíblico do Antigo Testamento.) e sendo perseguido pelos seus compatriotas, por que Abraão teria sido um adorador de Allah. E, depois,  salvo por Allah de ser queimado vivo pelos infiéis, num relato NADA bíblico. Mas fonte, nos informa Jay Smith, é um livro de folclore judeu, escrito no século II, intitulado O Midrash Rabbah.

4 - Deus elevando o Monte Sinai por sobre a cabeça dos judeus, de forma ameaçadora, num outro relato NADA bíblico. A fonte: um livro apócrifo judeu, intitulado O Sara Abodah.

5 - A estória corânica de Salomão e Rainha de Sabá, com detalhes e personagens (Como, por exemplo, um pássaro falante.) totalmente diversos da história relatada nas Sagradas Escrituras: livro folclórico judeu, também escrito no século II, intitulado II Targum de Ester.

6 – A Miraj (Viagem alada de Maomé, na companhia do Anjo Gabriel de Meca à Jerusalém; indo de uma mesquita à outra e, depois, aos céus, conforme a Sura 17:1 e sua interpretação pelo Islã): conforme relata Jay Smith...
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- “A partir de tradições primitivas sabemos que esta aya se refere a Maomé ascendendo ao sétimo céu, após uma miraculosa jornada noturna (o Mi”raj) de Meca até Jerusalém, em um „cavalo” chamado Buraq. Mais detalhes são fornecidos no Mishkat al masabih. Podemos associar a estória ao antigo livro fictício chamado o testamento de Abraão, escrito por volta de 200 a.C, no Egito, e que foi então traduzido do grego ao árabe.”

E ainda:

- “Outro relato é o de Os Segredos de Enoque, que antecede Maomé cerca de 400 anos. No capítulo 1:4-10 e 2:1 lemos: “No primeiro dia do mês estava eu em minha casa e repousava em meu colchão e dormia e, quando ainda estava adormecido grande tristeza veio ao meu coração e eis que me apareceram dois homens. Estavam de pé ao lado de minha cama me chamaram pelo meu nome e despertei do meu sono. Sê corajoso Enoque, não temas; o eterno Deus enviou-nos a ti. Deverás hoje subir aos céus conosco. Os anjos o tomaram em suas asas e o levaram ao primeiro céu”.”

E mais ainda:

- “Um outro relato é amplamente modelado na estória contida num velho livro persa intitulado Arta-i Viraf Namak. Esta estória reconta como um jovem zoroastriano ascendeu aos céus e, após seu retorno, relatou o que ele vira, ou professava ter visto.”

7 – O teor totalmente anticristão (apostólico) das Suras 4: 157-158, nas quais se lê:
- “E por dizerem: Matamos o Messias, Jesus, filho de Maria, o Mensageiro de Deus, embora não sendo, na realidade, certo que o mataram, nem o crucificaram, senão que isso lhes foi simulado. E aqueles que discordam, quanto a isso, estão na dúvida, porque não possuem conhecimento algum, abstraindo-se tão-somente em conjecturas; porém, o fato é que não o mataram. Outrossim, Deus fê-lo ascender até Ele, porque é Poderoso, Prudentíssimo.”

Em livro ainda inédito, intitulado Crer Ou Não Crer Na Trindade (Apontamentos Históricos & Implicações), ao tratar sobre o gnosticismo docetista, observo:

-  “Para um cristão gnóstico dos tempos apostólicos ou dos dias atuais, Jesus e o Espírito Santo teriam sido eons salvadores. E como mentira nenhuma procede da verdade (I João 2: 21), a negação da humanidade de Cristo era verificada em uma das premissas do DOCETISMO, numa de suas correntes: Cristo somente parecia ter a forma humana, sendo a sua natureza, portanto ilusória. O Aeon e o homem Jesus seriam seres distintos, e haviam se fundido na hora do batismo. Quando, porém, da crucificação, o aeon teria o abandonado. Logo, a expiação não teria passado de um teatro.”.”

Pelos itens I ao VII, logo se percebe que quem compilou o Alcorão bebeu de muitas FONTES NÃO E PÓS-APOSTÓLICAS: Talmude, folclore judeu, Gnosticismo, Zoroastrismo. E faltaria citar livros cristãos apócrifos, não pertencentes à era apostólica, para as estórias de Jesus bebê falando e defendendo a castidade de Maria (Sura 19: 29-33); ou nascendo sob uma palmeira (Sura 19:22-26); ou dando vida a  pássaros de barro (3:49),  etc. e etc.. Mas o maior “crime teológico”  foi querer dar a esse tipo de literatura o status de nova “revelação” ou de correção da revelação verdadeira (Antigo e Novo Testamento) aos árabes, geralmente não alfabetizados, que viviam na Arábia nos tempos de Maomé."
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EM TERMOS DE CONCLUSÃO:
O que um muçulmano sincero e intectualmente responsável diria do Alcorão?
Numa breve pesquisa na Wikipédia sobre ALI DASTHI, se pode apurar o seguinte:

 "No livro 23 anos: um estudo da carreira profética de Mohammad , Dashti escolhe a razão sobre a fé cega:
"A crença pode embotar a razão humana e o bom senso, mesmo em eruditos eruditos. O que é necessário é um estudo mais imparcial".
Dashti negou veementemente os milagres atribuídos a Maomé pela tradição islâmica e rejeitou a visão muçulmana de que o Alcorão é a palavra do próprio Deus . Em vez disso, ele favorece o exame completo e cético de todos os sistemas de crenças ortodoxos . Dashti argumenta que o Alcorão não contém nada de novo no sentido de idéias já não expressas por outros. Todos os preceitos morais do Alcorão são auto-evidentes e geralmente reconhecidos.
As histórias nela são tiradas em formas idênticas ou ligeiramente modificadas do folclore dos judeus e cristãos , cujos rabinos e monges Muhammad haviam conhecido e consultado em suas viagens à Síria , e de memórias conservadas pelos descendentes dos povos de Ad e Thamud .
Muhammad reiterou princípios que a humanidade já havia concebido nos séculosanteriores e em muitos lugares.
"Confúcio , Buda , Zoroastro , Sócrates , Moisés e Jesus disseram coisas semelhantes. Muitos dos deveres e ritos do Islã são práticas contínuas que os árabespagãos adotaram dos judeus".
Precisa dizer mais???
(FIM)



APÊNDICE 
(Para um maior embasamento da matéria) :
BÍBLIA X ISLÃ: KAABA – O MITO DESCONSTRUÍDO (02)
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“Mas sucedeu, na mesma noite, que a palavra de Deus veio à Natã, dizendo:
Vai e dize a Davi, meu servo: Assim diz o Senhor: Tu não me edificarás casa para eu habitar;   porque em nenhuma casa morei, desde o dia em que fiz subir Israel até o dia e hoje, mas fui de tenda em tenda, e de tabernáculo em tabernáculo.
Por todas as partes por onde tenho andado com todo o Israel, porventura falei eu jamais uma palavra a algum dos juízes de Israel, a quem ordenei que apascentasse o meu povo, dizendo: Por que não me tendes edificado uma casa de cedro?.”
(PRIMEIRO LIVRO CRÔNICAS DOS REIS DE ISRAEL,17:3-6).
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I – 7 ASPECTOS IRRECONCILIÁVEIS ENTRE A BÍBLIA E O ALCORÃO:
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No meu primeiro artigo, Bíblia X Islã: Kaaba – O Mito Desconstruído Pela Verdade das Escrituras, pontuei algumas questões de que vale a pena relembrar; e, neste primeiro momento, até ampliá-las. É o que faço nos sete itens que compõem a parte inicial deste artigo. Nas outras duas, pretendo explorar novos aspectos que, quando também colocados, somente resta aos praticantes da religião de Maomé reiterar o silêncio e/ou as contradições corânicas, conforme se verá. Nosso intuito permanece o mesmo: provar, ainda mais fundamentadamente o seguinte: o que comparativamente se lê na BÍBLIA e no ALCORÃO, em se tratando de LOCAIS DE CULTO, aos quais Deus aceitaria e que poderiam ser chamados CASA DE DEUS, ficamos: a) entre a riqueza e os detalhes de informação a respeito do TABERNÁCULO DE MOISÉS e do TEMPLO DE SALOMÃO e... b) a pobreza informacional, que mais soa como um delírio corânico sobre a SUPOSTA KAABA, que teria sido construída por Abraão, na companhia de Ismael.
 Senão vejamos:
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1 – ATÉ A CONSTRUÇÃO DO TABERNÁCULO DE MOISÉS, NÃO HÁ NAS SAGRADAS ESCRITURAS (Leia-se: Bíblia.) SEQUER O CONCEITO DE TEMPLO ERGUIDO AO DEUS BÍBLICO.
O Tabernáculo era um santuário móvel erguido sob ordem e detalhadas instruções divinas (Êxodo, capítulos  25 ao 30.). E, embora o patriarca Jacó tenha em Betel chamado o local de Casa de Deus (Gênesis 28), o que ele ali erige não é sequer um altar; mas, apenas uma pedra por coluna. Já Meca, inexistente biblicamente, até então inexistia também enquanto registro   histórico.
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Em termos teológicos, Deus habita todos os lugares, dada a Sua  onisciência. Mas somente arrogou para si como sua peculiar habitação o Tabernáculo de Moisés, versão móvel do que viria ser o Templo de Salomão (ou de Jerusalém). E, após a Vinda do Messias, tem Ele no próprio cristão a sua habitação, conforme observamos no primeiro artigo.
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2 - O CONCEITO DE TEMPLO (Casa de Deus, ainda que móvel.) SOMENTE APARECE NO LIVRO DE ÊXODO.
Este livro traça a história do povo judeu cerca de Quinhentos anos depois de Abraão (Gênesis 15:12-21) e quatrocentos e cinqüenta anos antes de Davi. Já NO O LIVRO DE GÊNESIS, SOMENTE EXISTE O CONCEITO E A REFERÊNCIA A ALTARES. Gênesis antecede ao Êxodo e narra a história dos patriarcas Abraão, Isaque e Jacó; enquanto apenas se menciona Hagar e Ismael, de forma pontual.
São altares erguidos para sacrifícios de animais no referido livro e erguem-nos: Abel (Gênesis 4:1-7); Noé (8:20-22); Abraão (15:7-21), Jacó (35:1).
Importa saber que OS ALTARES ANTECIPAVAM AO SISTEMA DE SACRIFÍCIO SUBSTITUTIVO, que seria implantado por Moisés, também sob estrita orientação divina (Livro de Levítico). E que o sistema apontava simbólica e profeticamente para a morte e ressurreição redentoras de Jesus Cristo. A INTERPRETAÇÃO DIVINAMENTE INSPIRADA DO SISTEMA LEVÍTICO ENCONTRA-SE NA CARTA AOS HEBREUS (Novo Testamento). E sobre a pessoa e obra de Jesus Cristo, nos deu o profeta João Batista o seguinte testemunho: “Eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo!” (João 1:29 e 36).
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3 – NÃO HÁ NAS SAGRADAS ESCRITURAS SEQUER A MENÇÃO DE QUE ABRAÃO, JUNTAMENTE COM ISMAEL, TERIA PEREGRINADO NA ARÁBIA. E MUITO MENOS QUE TENHA ALI ESTABELECIDO QUALQUER FORMA DE CULTO E CONSTRUÍDO QUAISQUER TEMPLOS.
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- Ismael é citado, mas, não diretamente, quando  da primeira expulsão de sua mãe, Hagar, da companhia de Sara e Abraão (Gênesis 16).
- Também ele é citado, mas, não diretamente, quando da promessa de Deus a Abraão quanto ao nascimento de Isaque.  Abraão faz uma súplica a Deus por sua pessoa (Gênesis 17:15-22). E o Senhor (Embora tenha  prometido a Abraão fazer de Ismael uma grande nação.) reafirma a descendência legítima, da qual decorreria a linhagem e a herança espiritual daquele patriarca somente seria através de Isaque.
É justamente em função do acima exposto que JESUS AFIRMOU CATEGORICAMENTE QUE A SALVAÇÃO VEM DOS JUDEUS (João 4:19-22); e não de nenhum outro povo. De modo que unicamente do povo judeu decorreu a forma de culto para o Deus bíblico aceitável.
POR QUÊ? Alguém, desinformado ou intencionalmente mal informado, poderia a questionar. A RESPOSTA SE ENCONTRA NO FATO DE QUE PARA O DEUS DAS SAGRADAS ESCRITURAS (Leia-se: Bíblia.) IMPORTA QUE A ESPIRITUALIDADE ESTEJA FUNDAMENTADA SOMENTE NAS SUAS PROMESSAS E ALIANÇAS. E este não é caso da religiosidade islâmica ou de qualquer outra.  
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- “Porque eu mesmo desejaria ser separado de Cristo, por amor de meus irmãos, que são meus parentes segundo a carne;
os quais são israelitas, de quem é a adoção, e a glória, e os pactos, e a promulgação da lei, e o culto, e as promessas;
de quem são os patriarcas;  e de quem descende o Cristo segundo a carne, o qual é sobre todas as coisas, Deus bendito eternamente.  Amém.”
                                    (PAULO, Carta aos Romanos 9:2-5.)
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- Outra vez Ismael é citado, mas, não diretamente, quando do sepultamento de Abraão e das genealogias destes (Gênesis, capítulo 25.).
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4 – ISMAEL SEQUER É MENCIONADO COMO ADORADOR DO DEUS BÍBLICO.
Não se tem notícia de que tenha erguido um altar sequer; e nem que o Senhor lhe tenha falado diretamente ou com ele estabelecido qualquer Aliança. E aqui é importante novamente enfatizar que toda espiritualidade biblicamente aceitável apenas decorre das promessas e Alianças divinas.
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- DEUS SE REVELA E FALA DIRETAMENTE COM ABRAÃO SOBRE SUAS PROMESSAS E ALIANÇAS em Gênesis 12:1-3, 15:1-21, 17:1-8;  Gênesis 18:1-33, 22:1-9. Em 12:1-3, por exemplo, o Senhor (lhe) diz:
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- “Ora, o Senhor disse a Abrão: Sai-te da tua terra, da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei.
Eu farei de ti uma grande nação; abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome; e tu, sê uma bênção. Abençoarei aos que te abençoarem, e amaldiçoarei àquele que te amaldiçoar; e em ti serão benditas todas as famílias da terra.”
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E, NO QUE DIZ RESPEITO À ISMAEL, em Gênesis 17:20, Deus diz que ele seria abençoado, fecundo, geraria doze príncipes e transformado numa grande nação. Mas, porém, entretanto e, todavia:  EM SE TRATANDO DA LINHAGEM ESPIRITUAL ABRÂMICA; da qual decorre a forma aceitável de culto e a revelação do Senhor, através de seus oráculos (Leia-se: Escrituras Sagradas.); A PROMESSA DA ALIANÇA (Gênesis 17:21) É ENFATIZADA POR DEUS APENAS NA PESSOA E PARA OS DESCENDENTES DE ABRAÃO, ATRAVÉS DE  ISAQUE (Romanos 3:1-2, 9:1-5; João 4: 19-22; Gálatas 3:6-22, 4:21-31,etc.).   
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- DEUS SE REVELA E FALA DIRETAMENTE COM ISAQUE sobre Suas promessas e Alianças em Gênesis 26:1-25. E o próprio Isaque, cônscio de sua herança espiritual, abençoa a Jacó com as bênçãos de Abraão:
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- “Que Deus te dê do orvalho do céu, e dos lugares férteis da terra, e abundância de trigo e de mosto;
sirvam-te povos, e nações se encurvem a ti; sê senhor de teus irmãos, e os filhos da tua mãe se encurvem a ti;
sejam  malditos os que te amaldiçoarem, e benditos sejam os que te abençoarem.”   (27:22-30)
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E NO QUE DIZ RESPEITO A ISMAEL? Não há nas Sagradas Escrituras (Leia-se: Bíblia.) nem um sequer registro de revelação pessoal ou de diálogo de Deus com ele. E nem de que tenha Ismael abençoado a quem quer que seja com as bênçãos espirituais de Abraão.
E aqui ainda CABE UM PARALELO MUITO IMPORTANTE: enquanto dos DESCENDENTES DIRETOS DE ABRAÃO e Sara profetiza Deus que se tornariam UMA BENÇÃO PARA AS NAÇÕES (Deles viria o Redentor de toda a humanidade.), O QUE DIZ DEUS (profeticamente) SOBRE ISMAEL???
O Senhor fala a Hagar, sua mãe, e não a Abraão, possivelmente porque seria duro demais para este (como pai)  ouvir, em Gênesis 16:12:
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- “Ele será como um jumento selvagem entre os homens;
a sua mão será contra todos,
e a mão de todos contra ele;
e habitará diante da face de todos os seus irmãos.”
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Note o leitor o caráter belicoso, próprio de um indivíduo rejeitado e que não se humilha. E o distanciamento, ao contrário da aproximação e comunhão espiritual do irmão e dos demais. Enquanto a DESCENDÊNCIA DIRETA DE ABRAÃO É UM FATOR DE BÊNÇÃOS para as nações (O anúncio do Evangelho em Jesus Cristo.), ISMAEL seria apenas um POMO DE DISCÓRDIA. Até porque O SEU NASCIMENTO JAMAIS ESTEVE DENTRO DA VONTADE DIRETIVA DE DEUS PARA ABRAÃO e Sara. A vontade diretiva se diferencia da vontade apenas permissiva, própria dos atos do livre arbítrio e a sua natural  consequência, nem sempre do agrado do Pai. Por impaciência e falta de fé, agiram Abraão e Sara por conta própria, gerando um descendente a Abraão que jamais poderia ser herdeiro do seu legado espiritual para as nações, conforme o relato bíblico (Gênesis 17:1-22; Gálatas 4:21-30, etc.).
Cabe, então, eu enfatizar que não digo isso de forma nenhuma para diminuir o povo árabe; ao qual amo e respeito, mas que, particularmente, sequer comungo da opinião de que sejam mesmo descendentes de Ismael. Digo-o, porém, para que a verdade das Sagradas Escrituras (Leia-se: Bíblia.) se estabeleça. Ao contrário de sofismas e falsos paradigmas de certas “verdades” que o silêncio islâmico e as contradições corânicas não têm como fundamentar.
No contexto do capítulo 16 do livro de Gênesis, a narrativa diz que Hagar invocou o nome do Senhor, que a tinha socorrido na sua aflição e a fez voltar à companhia de Sara e Abraão. Mas, tal expressão (“Invocou o nome do Senhor.”), não se encontra nas Escrituras no que diz respeito a Ismael. Precisa dizer mais?
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c) DEUS SE REVELA E FALA DIRETAMENTE COM JACÓ sobre Suas promessas e Aliança em Gênesis 28:10-17, 35:1. E JACÓ, cônscio de sua herança espiritual, ABENÇOARIA AS TRIBOS FORMADORAS DA NAÇÃO JUDAICA (Gênesis, capítulo 49.). E o faz, profeticamente (Quem lê entenda, diria o Senhor Jesus.) na pessoa de seus filhos. Pela ordem: Rúben, Simeão e Levi, Judá, Zebulom, Issacar, Dã, Gade, Asser, Naftali, Benjamim e José; este último, ramificado em Efraim e Manassés, netos do patriarca.
Destaque para a tribo de Judá, da qual descenderia humanamente Jesus Cristo, o Messias:
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- “Judá, a ti te louvarão teus irmãos; a tua mão será sobre o pescoço de teus inimigos: diante de ti se prostrarão os filhos de teu pai.
(...)
O cetro não se arredará de Judá, nem o bastão de autoridade dentre seus pés, até que venha aquele a quem pertence; e a ele obedecerão os povos.
Atando ele o seu jumentinho à vide, e o filho da sua jumenta à videira seleta, lava as suas roupas em vinho e a sua vestidura em sangue de uvas.”
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Em todas as promessas são reafirmados a benção espiritual às nações, através da descendência direta de Abraão (em Isaque) e o reinado futuro do Messias: bênção e luz para as nações.  E NO QUE DIZ RESPEITO À ISMAEL, O QUE SE ENCONTRA? Fora o atendimento à suplica por sua pessoa em Gênesis 17:20, nada em absoluto. E isso nos leva a outro interessante aspecto a ser pontuado:
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5 – NÃO HÁ NAS SAGRADAS ESCRITURAS SEQUER A MENÇÃO DE QUE OS ISMAELISTAS OU OS ÁRABES ADORASSEM AO DEUS BÍBLICO.
Seria natural, se Ismael (Como quer o delírio corânico, sobre a construção da suposta Kaaba.) tivesse se tornado em verdade um adorador do Senhor; mas, não é o que acontece.  Alem destes cinco aspectos, dois outros apenas indiretamente delineados, merecerão de nossa uma maior atenção no desenvolvimento deste artigo:
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6 – QUANDO DAS INSTRUÇÕES PARA A CONSTRUÇÃO DO TABERNÁCULO DE MOISÉS, DEUS SEQUER MENCIONA A EXISTÊNCIA DE UMA SUPOSTA KAABA. E COM UM AGRAVANTE: AS INSTRUÇÕES FORAM DADAS NA PENÍNSULA ARÁBICA.
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7 – E QUANDO DA CONSTRUÇÃO DO TEMPLO DE JERUSALÉM, DEUS SEQUER MENCIONA (A DAVI E A SALOMÃO) A EXISTÊNCIA DE QUALQUER TEMPLO CONSTRUÍDO POR ABRAÃO E ISMAEL. Antes, pelo contrário: afirma jamais ter habitado até àquela data (cerca 850 anos depois de Abraão e Ismael)  qualquer casa (edificação), mas, sim, em tenda (Tabernáculo).
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II – O SILÊNCIO BÍBLICO APENAS ATESTA A MENTIRA CORÂNICA.
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“E quando o seu Senhor pôs à prova Abraão, com
certos  mandamentos, que ele observou, disse-lhe:
"Designar-te-ei Imam dos homens." (Abraão) perguntou:
E também o serão os meus descendentes? Respondeu-lhe:
Minha promessa não alcançará os iníquos.
Lembrai-vos que estabelecemos a Casa, para o
congresso e local de segurança para a humanidade: Adotai
a Estância de Abraão por oratório. E estipulamos a Abraão
e a Ismael, dizendo-lhes: "Purificai Minha Casa, para os
circundantes (da Caaba), os retraídos, os que genuflectem
e se prostram.
E quando Abraão implorou: Ó senhor meu, faze com
que esta cidade seja de paz, e agracia com frutos os
seus habitantes que crêem em Deus e no Dia do Juízo
Final! Deus respondeu: Quanto aos incrédulos dar-lhe-ei
um desfrutar transitório e depois os condenarei ao
tormento infernal. Que funesto destino!
E quando Abraão e Ismael levantaram os alicerces da
Casa, exclamaram: Ó Senhor nosso, aceita-a de nós pois
Tu és Oniouvinte, Sapientíssimo.”
                                      (ALCORÃO, Sura 2:124-127)
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Quando Moisés, por ordem e poder do Senhor (E não de Allah; e que fique bem claro!) livrou Israel dos quatrocentos anos de escravidão do Egito, levou quarenta anos para levar o povo de lá à antiga Canaã, atual Palestina. Não por causa do número de pessoas (Calcula-se dois milhões.) e nem porque a rota exigisse tanto tempo. O fato é que a geração adulta que saiu do Egito se tornou insubordinada e incrédula, a despeito de ter visto as Dez Pragas (ou juízos de Deus sobre Faraó) e a travessia do Mar Vermelho. Então, o Senhor esperou que todos homens de vinte anos para cima primeiramente morressem no deserto (Números, capítulos 13 e 14.); para, então, os seus filhos herdassem a terra prometida aos descendentes diretos de Abraão, Isaque e Jacó. 
A Rota de implicou em contornar todo o deserto arábico, passando pela Península do Sinai (Monte Horebe), subir ao Deserto de Zim, até acamparem-se próximo ao Rio Jordão, na altura de Jericó (Números, capítulo 33.). FOI NO MONTE HOREBE, NA PENÍNSULA DO SINAI, E, PORTANTO, NA ARÁBIA, QUE O  SENHOR INSTRUI E DÁ A MOISÉS TODOS OS DETALHES SOBRE A CONSTRUÇÃO DO   TABERNÁCULO. E o próprio Deus foi taxativo  (Êxodo 25:1-9):
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- “Então disse o Senhor a Moisés:   Fala aos filhos de Israel que me tragam uma oferta alçada;
de todo homem cujo coração se mover voluntariamente, dele tomareis a minha oferta alçada.  E esta é a oferta alçada que tomareis deles: ouro, prata, bronze,
estofo azul, púrpura, carmesim, linho fino, pêlos de cabras, peles de carneiros tintas de vermelho, peles de golfinhos, madeira de acácia, azeite para a luz, especiarias para o óleo da unção e para o incenso aromático, pedras de ônix, e pedras de engaste para o éfode e para o peitoral.
E me farão um santuário, para que eu habite no meio deles.”
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Observa-se, primeiramente, que A INICIATIVA É DE DEUS E NÃO DE MOISÉS. E que, de igual modo, ATÉ MESMO EM SE TRATANDO DE ALTARES PARA SACRIFÍCIOS SUBSTITUTIVOS, tinha acontecido a mesma coisa: com ABRAÃO, ANTES DA CONSTRUÇÃO DO TABERNÁCULO (Gênesis, capítulo 15.) e com JACÓ (35:1).
Em termos de conclusão desta segunda parte: a instrução para a construção do Tabernáculo, versão móvel (em virtude da peregrinação) do Templo de Jerusalém, foi dada na Arábia. Estavam Moisés e a nação israelita mais próximos de uma ainda inexistente (E, biblicamente, sequer mencionada.) Meca, do que da Palestina. E NADA EM ABSOLUTO FOI DITO A MOISÉS SOBRE A EXISTÊNCIA DA SUPOSTA KAABA OU SOBRE A FORMA DE CULTO QUE SERIA, DOIS MILÊNIOS DEPOIS,  ESTABELECIDA ALI PELO ISLAMISMO.
Assim com o Tabernáculo não iria diferenciar-se do futuro Templo de Jerusalém, em sua arquitetura, móveis e objetos para o exercício dos rituais, o mesmo deveria acontecer com relação à suposta Kaaba, caso realmente tivesse esta existido. Mas não é o que acontece. E não seria o caso de Moisés, ao contrário de receber originais instruções, ir do Monte Sinai (Horebe) ao local onde (milênio e séculos depois) seria edificada a cidade de Meca? E lá encontrar, observar e até copiar um modelo de construção não diferenciado daquela que ele, Moisés, haveria de erguer, observando os detalhes dados por Deus?
Moisés não fez nada disso; e quando Deus a ele se revelou como o Deus dos patriarcas (Leia-se: Abraão, Isaque e Jacó.), nada lhe disse sobre aquilo que a Sura 2:124-127 teima em afirmar, sem nenhuma fundamentação.
A INTERPRETAÇÃO DIVINAMENTE INSPIRADA DO SISTEMA LEVÍTICO ENCONTRA-SE NA CARTA AOS HEBREUS (Novo Testamento). E tal forma de culto nada tem a ver com o Ritual da Pedra Negra e da peregrinação à Meca. E temos, então, uma informação (sobre a suposta Kaaba) que a Bíblia não corrobora; um sistema de crenças e de culto antagônicos; e até a arquitetura (Conforme o apurado na Bíblia sobre o Tabernáculo e o Templo.),  completamente diferentes.
Por que, há que se perguntar o leitor?
A resposta é que, em termos estritamente bíblicos,  a suposta mesquita que teriam construído Abraão e Ismael na Arábia (e numa ainda inexistente Meca),  não passa de um delírio. Maomé ou quem de fato escreveu o Alcorão não tinha a menor noção do Sistema de Sacríficios instituído por Moisés e nem da sua interpretação divinamente inspirada, oferecida no Novo Testamento, na Carta aos Hebreus. O sentido simbólico e profético do culto que o Deus bíblico ordenou que se Lhe prestasse, até a vinda do Messias, encontra-se exponencialmente ali colocado.
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III - O TESTEMUNHO DE DEUS SOBRE O TEMA APENAS COMPROVA A MENTIRA CORÂNICA.  
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Cerca de quatrocentos anos depois da construção do Tabernáculo, o rei Davi, de posse do seu mais importante móvel (A Arca da Aliança) se propôs a construir uma CASA PARA DEUS. Israel já estava estabelecido na antiga Canaã, atual Palestina; e o santuário, já não precisava continuar sendo móvel, em sua antiga forma de tenda. Agora, sim, temos A PRIMEIRA MENÇÃO NAS SAGRADAS ESCRITURA DE UM TEMPLO (na forma de edifício) A SER ERGUIDO AO SENHOR. Mas, o que diz Deus ao rei Davi (Primeiro Livro das Crônicas 17:1-6)?
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- "Mas sucedeu, na mesma noite, que a palavra de Deus veio à Natã, dizendo:
Vai e dize a Davi, meu servo: Assim diz o Senhor: Tu não me edificarás casa para eu habitar;  porque em nenhuma casa morei, desde o dia em que fiz subir Israel até o dia de hoje, mas fui de tenda em tenda, e de tabernáculo em tabernáculo.  Por todas as partes por onde tenho andado com todo o Israel, porventura falei eu jamais uma palavra a algum dos juízes de Israel, a quem ordenei que apascentasse o meu povo, dizendo:
Por que não me tendes edificado uma casa de cedro?"
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O SENHOR TESTEMUNHA AO REI JAMAIS TER HABITADO (ou aceito como Sua casa) TEMPLOS EM FORMA DE EDIFICAÇÃO IMÓVEL.  Antes, alega ter por morada tabernaculos (tendas). Em todo a Torá (Os livros de Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio.), o Tabernáculo é denominado Tenda da Congregação. Além disso, a OUTROS ASPECTOS a ser considerados:
- A RAZÃO DO IMPEDIMENTO DE DAVI  para construção do Templo de Jerusalém;  O CARÁTER UNIVERSAL E A FORMA DE CULTO NO TEMPLO ESTABELECIDA (que foi a mesma observada no Tabernáculo de Moíses);
-  E sobre tudo: QUANDO DA CONSTRUÇÃO DO TEMPLO DE JERUSALÉM, DEUS SEQUER MENCIONA (A DAVI E A SALOMÃO) A EXISTÊNCIA DE UMA SUPOSTA KAABA.     
Tais aspectos por si mesmos já denunciam o quanto que, em termos estritamente bíblicos, não passaria de um delírio (E, em verdade, uma farsa.) aquilo que a Sura corânica 2:124-127 alega a respeito de Abraão, Ismael, do próprio Deus bíblico (O qual não é Allah.) e do que Este entende como templo e forma aceitável de culto para Si.
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a) SOBRE O IMPEDIMENTO DE DAVI (Primeiro Livro das Crônicas 22:6-11):
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"Então chamou a Salomão, seu filho, e lhe ordenou que edificasse uma casa ao Senhor Deus de Israel.
Disse Davi a Salomão: Filho meu, quanto a mim, tive em meu coração a proposito de edificar uma casa ao nome do Senhor meu Deus.
A palavra do Senhor, porém, veio a mim, dizendo: Tu tens derramado muito sangue, e tens feito grandes
guerras; não edificarás casa ao meu nome, porquanto muito sangue tens derrumado na terra, perante mim.
Eis que te nascerá um filho, que será homem de repouso; porque lhe darei repouso de todos os seus inimigos ao
redor; portanto Salomão será o seu nome, e eu darei paz e descanso a Israel nos seus dias.
Ele edificará uma casa ao meu nome. Ele me será por filho, e eu lhe serei por pai, e confirmarei o trono de seu
reino sobre Israel para sempre.
Agora, meu filho, o Senhor seja contigo; prospera, e edifica a casa de Senhor teu Deus, como ele falou a respeito de ti."
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O fato de TER SIDO HOMEM DE GUERRA serviu de IMPEDIMENTO A DAVI. Também seria, como frisei no artigo anterior, fator de IMPEDIMENTO A ABRAÃO, participante que foi do maior conflito armado de seu tempo, biblicamente registrado (Gênesis, capítulo 14.). E o que dizer das mesquitas erguidas por Maomé e os seus "santos" abusadores de viúvas e órfãs, cujos pais e maridos assassinaram?
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b) SOBRE O CARÁTER UNIVERSAL DO TEMPLO DE JERUSALÉM (Segundo Livro das Crônicas dos Reis de Israel 6:32-33):
"Assim também ao estrangeiro, que não é do teu povo Israel, quando vier de um país remoto por amor do teu grande nome, da tua mão poderosa e do teu braço estendido, vindo ele e orando nesta casa, ouve então do céu, lugar da tua habitação, e faze conforme tudo o que o estrangeiro te suplicar, a fim de que todos os povos da terra conheçam o teu nome, e te temam como o teu povo Israel, e saibam que pelo teu nome é chamada esta casa que edifiquei."
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Eis uma das falas da oração de Salomão, quando da inauguração do Templo de Jerusalém. E ela, vai de encontro a um dos argumentos dos teólogos islâmicos, na inútil tentativa de se atribuir à suposta Kaaba a condição de primeira Casa de Deus na terra: de que esta teria um caráter universal, enquanto que o Tabernáculo e o Templo de Jerusalém estariam restritos aos judeus. Ora, além do testemunho do Senhor de não ter Ele habitado nenhuma edificação, antes do Templo de Jerusalém, senão o Tabernáculo de Moisés, o próprio Deus estabeleceu, nos mesmos, o caráter de culto universal. Desde que, evidentemente, fundamentado nas Suas promessas e Alianças.
 É o que atestam as inúmeras instruções dadas a Moisés:
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- "Também isto vos será por estatuto perpétuo: no sétimo mês, aos dez do mês, afligireis as vossas almas, e não fareis trabalho algum, nem o natural nem o estrangeiro que peregrina entre vos; porque nesse dia se fará expiação por vós, para purificar-vos; de todos os vossos pecados sereis purificados perante o Senhor.
Será sábado de descanso solene para vós, e afligireis as vossas almas; é estatuto perpétuo.”  (Levítico 16:29-31)
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- " Dir-lhes-ás pois: Qualquer homem da casa de Israel, ou dos estrangeiros que entre vós peregrinam, que oferecer holocausto ou sacrifício, e não o trouxer à porta da tenda da revelação, para oferecê-lo ao Senhor, esse homem será extirpado do seu povo."  (Levítico 17:8-9)
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c) E MAIS: SOBRE PEREGRINOS ÁRABES NO TEMPLO DE JERUSALÉM E NÃO EM MECA: Quando do derramamento do Espírito Santo sobre os apóstolos e primeiros discípulos, após a Ascensão de Jesus Cristo, seiscentos anos antes do Islamismo, prosélitos e peregrinos árabes também se encontravam em Jerusalém (Atos dos Apóstolos 2:1-11). E nem nesse tempo, cerca de quase dois milênios depois de Abraão, também não se fala de quaisquer peregrinações à Meca. Antes, de árabes fazendo peregrinação ao Templo de Jerusalém.
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CONCLUSÃO FINAL:
Nas Sagradas Escrituras, Allah, Maomé e o Alcorão não são sequer mencionados. Os livros da Torá foram escritos cerca de 1450 anos antes de Cristo; e os últimos do Novo Testamento, ainda no primeiro século da Era Cristã. Já o Islamismo somente iria ser fundando nos anos 600, Século VII. Assim como não existe nas Escrituras a menção de tal deus, profeta e livro corânicos, muito menos qualquer referência a algum templo que teria sido construído por Abraão na companhia de Ismael. E principalmente, num tempo bíblico, em que o conceito de templos como casa para Deus inexiste.
Como vimos, há sete aspectos irreconciliáveis entre a Bíblia e o Alcorão no que diz respeito à questão. Cabendo-nos, finalmente, perguntar:
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45 - Tendo Moisés recebido as instruções divinas quanto à construção do Tabernáculo na Península do Sinai (Arábia), não seria natural que Deus mencionasse a ele a existência da Kaaba? Por quê, então, não o faz? Não é mesmo o caso da  tratar-se de mais um delírio corânico???
46 -  Estando Moisés na Península do Sinai, quando recebeu as instruções para a construção do Tabernáculo, não seria natural que também ele,  Moisés, se deslocasse até  (Até então, inexistente.) Meca? E, quem sabe, ali observar a forma de culto e copiar o modelo de construção? Por quê, então, não o faz? ? Não é mesmo o caso da  Kaaba tratar-se de mais um delírio corânico???
47 -  Quando da construção do Templo de Salomão (ou de Jerusalém), Deus sequer menciona uma suposta Kaaba a rei Davi e a Salomão; antes, faz referência ao Tabernáculo de Moisés como Sua única casa até então.
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Por quê???
-  Não será porque, até a construção do Tabernáculo de Moisés sequer existe nas Sagradas Escrituras o conceito de templo, como casa para Deus?
- Não será porque tal conceito somente aparece no Livro de Êxodo, que conta a história do povo judeu, porém, cerca de 500 anos depois de Abraão?
- Não será porque a forma de culto observada no Tabernáculo (E a mesma do Templo de Salomão.) nada tem a ver com uma suposta forma de culto que teria sido (Como quer o delírio corânico.) sido implantada por Abraão e Ismael, na Arábia?
- Não será porque Ismael sequer é mencionado como alguém que tivesse adorado o Deus bíblico, invocando ao Senhor, como fizera sua mãe, Hagar, num momento de aflição?
- E não será porque não se tem nas Sagradas Escrituras sequer a menção de  que Abraão, na companhia de Ismael,  tivesse peregrinada na Arábia e ali adotado qualquer forma de culto? Ou de que os ismaelitas ou os árabes também adorassem o Deus bíblico?
- E MAIS: como, então, poderia o silêncio islâmico e as contradições corânicas explicar árabes fazendo peregrinação ao templo de Jerusalém (Atos, capítulo 2.), quando se presumia fazerem os mesmos  peregrinação à Meca?
Como eu afirmo em RESPOSTA AO ISLÃ (O Que Todo Cristão Precisa Saber Sobre O Islamismo & Sobre A Sua Própria Fé) – Vol. 01, o Alcorão é como um corpo estranho, tentando inocular-se (e o veneno de sua dissimulação) no organismo vivo da revelação bíblica. Mas será que Maomé (ou quem de fato o escreveu) sabia que nas Sagradas Escrituras (Leia-se: Bíblia.) a mentira é desmascarada com séculos e até milênios de antecedência???
(EXTRAÍDO
de  A BÍBLIA & O ISLÃ: 50 PERGUNTAS (Cujas Respostas Precisam Soar Mais Alto Que O Silêncio Islâmico & do Que As Contradições Corânicas) 

(FIM)



OBRAS DO AUTOR:

1 – MANUAL DEFESA DA FÉ CRISTÃ
(Contra os Ataques do ISLAMismo):  
Se não abrir alguns dos LINKs, copie e cole-os na página de busca do Google.
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Vol.  01:
http://missaoimpactar.blogspot.com.br/2017/04/vol01-manual-defesa-da-fe-crista-contra_28.html
Vol. 02:
http://missaoimpactar.blogspot.com.br/2017/04/vol-02-manual-defesa-da-fe-crista_29.html
Vol. 03:
.
2 - MAOMÉ: PREDITO NA BÍBLIA?
(O Que Dizem As Sagradas Escrituras) - Abril 2016
http://missaoimpactar.blogspot.com.br/2016/04/livro-completo-maome-predito-na-biblia.html

- Apresentação & Índice.  (Março 2016)

3 – A BÍBLIA & O ISLÃ: 50 PERGUNTAS (Cujas Respostas Precisam Soar Mais Alto Que O Silêncio Islâmico & do Que As Contradições Corânicas) –(Dezembro 2015)

- A BÍBLIA & O ISLÃ: 50 PERGUNTAS: Introdução & Índice (Novembro 2015)
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4 - RESPOSTA AO ISLÃ (O Que Todo Cristão Precisa Saber Sobre O Islamismo & Sobre A Sua Própria Fé).

- AOS AMANTES DA VERDADE:
Introdução a RESPOSTA AO ISLÃ - Vol. 01  (Abril 2014)

Vol. 02  (Agosto 2014):

- QUEM É JESUS & QUEM É MAOMÉ? (II): Introdução Completa a RESPOSTA AO ISLÃ - Vol. 02.  (Setembro 2014)
Vol. 03 (Outubro 2014):
http://missaoimpactar.blogspot.com.br/2014/10/resposta-ao-isla-vol-03-sobre-doutrina.html 

- INTRODUÇÃO Resposta Ao Islã - Vol. 03: MONOTEÍSTAS? ATÉ OS DEMÔNIOS O SÃO. É PRECISO REVELAR O CARÁTER DE DEUS.


CARO LEITOR,
Atendendo às palavras de Jesus, "de graça recebestes, de graça dai", os artigos e os LIVROS DO AUTOR sobre o tema (Estes últimos num total de quatro, sendo dois em três volumes.) estarão sempre disponibilizados para leitura no blog e projeto MISSÃO IMPACTAR.
Compreendendo, porém, que a rolagem é um tanto deficitária, a obra pode ser adquirida no formato PDF (e-book), mediante oferta única de qualquer valor. Uma forma também de ajuda a este ministério.
PEDIDO e comprovação de pagamento (fotografia do extrato) para o seguinte e-mail:
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Titular: Marcos Antonio Dias.
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AGENDE

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"Como contristados, mas sempre alegres; 
 pobres, mas enriquecendo a muitos; 
como nada tendo, e possuindo tudo."
          (SEGUNDA CARTA DE PAULO AOS CORÍNTIOS 6:10)