segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

AO LEITOR, 15.000 VEZES OBRIGADO!!! (2)

.


"Como 

são
 belos
 nos montes

os pés
 daqueles
 que
 anunciam

boas 
novas,

que 
proclamam 
a paz,

que 
trazem 
boas 
notícias,

que 
proclamam
 salvação,

que dizem a Sião: “O seu Deus reina!

Livro do Profeta Isaías 52 {7}





.Saiba mais sobre o assunto lendo:

. MINISTÉRIO NA INTERNET:Testemunho de Marcos Antônio (Madsaiin) Dias:

http://missaoimpactar.blogspot.com.br/2014/05/ministerio-na-internet-testemunho-de.html

PALESTRA / CURSO - Islã: Todo Cristão Precisa Saber:

http://missaoimpactar.blogspot.com.br/2014/09/palestracurso-isla-todo-cristao-precisa.html

NÃO, MAOMÉ NUNCA FOI CHARLIE HEBDO!!! (Mas, Sim, O Islã Radical.):

http://missaoimpactar.blogspot.com.br/2015/01/nao-maome-nunca-foi-charlie-hebdo-mas.html 

OBS.: Se NÃO abrir algum link, copie e cole-o no local da busca (no Google).

OBS.: 2: Números por estimativa; logo, aproximados; e, na relação dos países, faltou a VENEZUELA. Em 22.01.2014, números em valores absolutos.
Acrescer, depois da publicação, ARÁBIA SAUDITA, LUXEMBURGO, TAIWAN, CABO VERDE, GUIANA FRANCESA  e MARROCOS (até meados de Março).
Em 2016, final de Junho, quase 35 mil visualizações, incluindo mais os seguintes países: IRÃ, IRAQUE, EMIRADOS ÁRABES e EGITO e, mais recentemente, ILHAS MAURÍCIO.
Em 01 de Maio de 2017, um surpreendente acesso do MALI.
Em Agosto de 2017, ILHAS MALDIVAS. Em Outubro/Novembro, Congo.
Novembro 2017: Paquistão.

  

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

3-CAP. 10: DE TOMARA-QUE-CAIA, BIQUINI & OUTROS PECADOS CULTU(R)AIS - Cristandade, Moda Feminina & O Xis da Questão.

Terceira edição digital. Texto revisto em 18 JAN 2014.
.Leitura: II Tessalonicenses 2;  Mateus 24; e II Timóteo 3..

    Qualquer tipo de prática sexual que resulta em descobrir, expor, ou ver a nudez de alguém que não seja seu legítimo cônjuge, viola as fronteiras da pureza e comete pecado grave diante de Deus.
                                                                                  Donald C. Stamps


-  ANTIGAS IMAGENS DAS PRAIAS DO RIO DE JANEIRO & O INÍCIO DAS DORES DO HOMEM PURO DE OLHOS & LIMPO DE CORAÇÃO.

10.1. Antigas imagens cinematográficas das praias do Rio de Janeiro dão-nos conta das banhistas usando um tipo de maiô interessante. Ao mesmo tempo em que não fugia à atmosfera e ao propósito do lazer, deixava transparecer certo (se não bíblico, pelo menos mais aceitável) pudor. Isso foi antes da criação do biquíni e da mini-saia. Já o modelito entre nós vulgarizado como tomara-que-caia, creio ter sido introduzido na moda feminina bem antes; mas era acompanhado de um bolero ou de um xale.

10.2.  O antigo maiô, hoje totalmente fora do comum, mantinha os moldes dos atuais; porém, cobria dois terços mais ou menos das coxas das que o usavam. A despeito disso, acredito que houve, à época, forte resistência por parte de boa parcela da cristandade àquele, assim digamos, em comparação com os tenebrosos dias de hoje, recatado traje de banho.
Tal resistência deve ter inviabilizado o acesso de muitos cristãos ao lazer. E por certo gerado, em alguns, o descontentamento. Enquanto que nos restante da sociedade, muita perplexidade, de como se não fôramos desse mundo. E na verdade não somos (I João 4: 5-6).
Já desde àquela época, foi se tornando cada vez mais difícil a conciliação dos princípios bíblicos de modéstia e pudor com os usos e costumes das novas gerações. E isso foi se intensificando gradualmente, gerando como que um impasse. Desde que, evidentemente, queira a mulher (mesmo não sendo piedosa) observar em seus atos e gestos àquelas referidas virtudes.

10.3. De meados do Século XX para cá, a moda veio desnudando a mulher ocidental. Sistematicamente. E cada lançamento seu quase sempre  exigiu duas apenas atitudes: não-aceitação ou a adesão, ainda que compulsória. E analisar historicamente, no Brasil dessas últimas décadas, a reação de parcela da cristandade à estratégia satânica (através da modalidade) para o encaminhamento deste fim do mundo que estamos a assistir é um tanto quanto desconfortável. Gradual, mas, fortíssima adesão; e muito pouca resposta dentro dos padrões bíblicos do pudor e da sobriedade. Óbvio que moda ou grife cristã apenas na etiqueta não conta. Ainda que rotulada e acompanhada de toda a publicidade, caracterizando-a como tal. Já que pelas Sagradas Escrituras, o pudor é o seu parâmetro.

10.4. A nudez vulgarizou-se na cultura ocidental. E alimenta, diariamente e a todo instante, tanto a concupiscência masculina e quanto a vaidade feminina, hoje exacerbada. Tornou-se natural o despudor; inquestionável até. Assim como a prostituição; o adultério; o divórcio por razões não bíblicas ou por motivos fúteis; filhos gerados de relação extraconjugal; a iniciação sexual em idade cada vez mais precoce; o culto aos deuses da beleza do corpo e da sexualidade (humanos ou não); e, por fim, todo tipo relação ou união sexual definidos na Palavra de Deus como abomináveis.
Hoje em dia, a traição aos princípios bíblicos do pudor, da pureza e da fidelidade conjugal adquiriu inúmeras variantes e facilidades. E apenas não se tornaram (consciente ou inconscientemente) voyers compulsivos os que renovam, dia após dia, o concerto feito com os seus olhos, a semelhança de Jó. Até porque não falta a exibição (despudorada e/ou sugestiva) de quem deveria apenas para o cônjuge se guardar. Portanto, não precisa ser muito perspicaz para compreender a relação inequívoca entre uma moda feminina indecente e o resto de coisas iníquas em crescimento vertiginoso na cultura (II Tessalonicenses 2: 7-12, Mateus 24: 12).
Aprendemos com a Bíblia o quanto a nudez de Bate-Seba despertou o pior até em Davi, um homem segundo o coração de Deus, conforme A Palavra. E o que ela não estaria gerando ao nível do inconsciente, do subconsciente e do próprio consciente (coletivo) nos homens impuros ou pervertidos por (decaída) natureza desses últimos tempos (II Timóteo 3)? As estatísticas que tratam dos números da precocidade sexual, das traições conjugal e das perversões sexuais nas suas variáveis estão diante dos nossos olhos para  comprovar.   

II – DA ADESÃO, DA NÃO-RESPOSTA & DAS RESPOSTAS DESPROPOSITADAS AOS PECADOS DE UMA  CULTURA PERMISSIVA.

10.5. Muitos usos e costumes são, em verdade, pecados culturais perpetuados por e através das gerações (Gênesis 15: 12-16). Alimentam toda a dinâmica social. E, em não havendo posicionamento consistente e persistente por parte de quem deveria em relação aos mesmos, terminam por enredar nossas comunidades por inteiro em sua malha de sedução. Foi o que aconteceu com Israel à época dos juízes (Juízes 2: 1-3).
Na moderna e pós-moderna cultura ocidental a coisa sempre se processou da seguinte forma, no que diz respeito à cristandade evangélica: primeiro, a resposta fraca (ou nenhuma); quando não, a resposta despropositada. Depois, a adesão, geralmente gradual. Para, finalmente, chegar-se a um estado de coisa incorrigível-irrefreável, a menos que alguém em relação ao mesmo queira radicalizar-se. Ou quem sabe o Senhor envie o tão esperado avivamento espiritual que varra toda a nação. Pois é natural que as gerações que vão surgindo, após a consolidação de determinados usos e costumes, cresçam achando tudo muito normal. Não se dão conta da dimensão do estrago que está sendo causado, principalmente no mundo espiritual, com a multiplicação da iniqüidade em proposição.

10.6. A resposta despropositada é caracterizada pelo radicalismo obtuso. E fácil de, com o tempo ou já de imediato, perder o sentido, exatamente por cair no ridículo. Ela obriga uma tomada de posições contra ou a favor, sem que o bom senso (sobriedade) funcione como o elemento moderador.
Lembro-me de que na década de 70 algumas igrejas pentecostais proibiam às irmãs o uso da calça comprida, baseando-se em uma passagem do Pentateuco e alegando ser aquele modelo de vestuário traje masculino. Outras foram mais fundo no quesito usos e costumes elevados à condição de doutrina fundamental. E recusando-se por completo considerá-los em alguns de seus aspectos eventualmente positivos, impediam às irmãs o simples corte do cabelo e até a depilação. Assim como havia a exigência policiada, por parte de igrejas mais radicais ainda, quanto ao uso de blusas com as mangas chegando até o pulso e saias exatamente da canela para baixo. E mais coisas houve do gênero que não o é caso de aqui mencionar.
Foi em função de tais exageros que se propagou em nossa sociedade o conceito ou pré-conceito de que todo crente se veste com mau gosto. Bem... e com certa razão. Esqueceu-se, pois, boa parcela da denodada liderança da época de que na antiguidade bíblica a vestimenta de homens e mulheres era, na sua forma de confecção, uma espécie de vestido. E que os soldados romanos, assim como os gregos, usavam saiotes.
Houve, principalmente por parte da liderança pentecostal, a necessária e apostólica ênfase à necessidade do pudor (LEIA-SE: VERGONHA DE MOSTRAR O CORPO, SENÃO AO LÉGITIMO CÔNJUGE); mas, também, faltou por décadas inteiras o exercício da sobriedade (LEIA-SE: O NECESSÁRIO BOM SENSO).

10.7. O tempo passou e a nossa principal denominação pentecostal teve que se capitular: hoje ela permite às suas crentes o uso da calça comprida e da maquilagem. Já as denominações que ainda insistem naquela e outras proibições, terminaram por fazer de seus fiéis um tipo, assim digamos, de espécie em extinção.
Todavia, a resposta despropositada, por mais infeliz que seja, está em melhor conta do que a fraca (ou a nenhuma), em termos da espiritualidade. Primeiro porque há neste último procedimento uma aceitação subjetiva, que depois se realiza como prática indiscriminada. É o que estamos a assistir em boa parcela da cristandade ocidental. Ora, quando o Xis da questão envolve o pudor no sentido apostólico do termo, abrir mão do mesmo é loucura; seja, ausência completa de sobriedade.
Além do mais, tal como diria o Senhor: se sua vestimenta te faz (e a outros) tropeçar, jogue-a no lixo e vista-se do que presta. É melhor entrares no céu, se for o caso, mal-vestida do que, despudorada, ires e possivelmente levar (De Davis em momento de falta de vigilância a homens libidinosos.) muitos ao risco do inferno.
No passado foi criado o conceito ou pré-conceito quanto ao mau gosto da mulher cristã no que diz respeito ao vestuário. Mas não seria pior se vulgaridade vir a tornar a sua marca, em função do pouco respeito para com o próprio corpo e principalmente para com o sexo oposto? E vale lembrar:  o culto que todos nós (homens e mulheres) prestamos a Deus, oferecendo-Lhe os nossos corpos, em sacrifício vivo, santo e agradável, é contínuo. Logo, NÃO fica restrito ao ambiente de adoração, como é às vezes sutilmente sugerido por alguns expoentes e fabricantes de uma moda gospel, biblicamente falando, cristã nas etiquetas. . Afinal, somos o templo do Espírito Santo (Romanos 12: 1-2).


III – ALGUNS FATOS & O SEU PESO AVASSALADOR DE INIQUIDADE NA FORMATAÇÃO DO ATUAL CENÁRIO DESSE FIM DOS TEMPOS.

10.8. Certos trajes, queira ou não a minha eventual leitora (ou leitor), dependendo da circunstância ou do ambiente em que são utilizados, ultrajam inequivocamente o conceito bíblico de pudor. São, em verdade, um atentado contra qualquer propósito de pureza e fidelidade conjugal. Além de, evidentemente, alimentar a lascívia dos compulsivamente impuros, ainda que desavisados. Tanto é assim, que não é sem razão, nas poses sensuais das capas de revistas e tabloides, aqueles itens do vestuário feminino ser tão obrigatórios.
Logo, é pela ótica do ultraje e atentado à pureza que a santidade requer de um cidadão dos céus, que eu gostaria fosse lido este capítulo, mais especialmente essa terceira e a última parte (Salmo 24: 3-4).
Abri este Cristandade, Moda Feminina & O Xis da Questão com uma epígrafe, composta de três singelos versos, os quais me deu o Senhor, quando buscava um slogan para a divulgação. São os mesmo a síntese mais espremida possível da palavra de sabedoria que ouso entregar à igreja de Deus e a quem mais interessar-se possa. Mesmo consciente da possibilidade de desagradar de noventa a noventa e nove da cristandade (Ezequiel 3: 11 e Gálatas 1: 10) da minha nação.

 Deus não ficará alheio
 à mulher que O reconhece,
 diante de seu espelho.

Mas caberia ou, melhor, eles ficam mais completos na seguinte variante:

 Deus não ficará alheio
 à mulher que O reconhece,
 diante do Seu espelho.

Pois é na Palavra Dele, mas sem subterfúgios, que a mulher cristã da pós-modernidade deveria buscar os parâmetros do bem vestir-se. De forma a não trair os princípios da santificação, caso queira ver e mostrar Deus ao mundo, através desse ato tão ordinário da vida (I Tessalonicenses 4: 3-8 e Hebreus 12: 14-a), mas que pode vir a se tornar extraordinariamente revelador de um caráter ou depor contra o mesmo (I Pedro 3: 3-4). 

10.9. Na definição da boa, perfeita e agradável vontade de Deus quanto ao assunto, é preciso o devido cuidado para com os modernos conceitos sobre moda feminina. Ainda que tenham larga circulação entre os próprios crentes, nos dia de hoje. Grande parte deles foi concebida a partir do lamentável fato de a nudez ter tomado a linha de frente dos usos e costumes da cultura ocidental. E surgiram como justificativa à rejeição da moral cristã e aos princípios bíblicos de regras de vida e fé, tendo por cenário as mais variadas situações; e muitas delas nada lisonjeiras para a  cristandade da época. Mas isso já seria assunto para um outro escrito. 
Se bem pensarmos, a (também pra lá de infeliz) divisa Sexo, Droga e Rock and Roll teve outro peso avassalador na multiplicação da iniquidade desses fins de tempos. Igual talvez ou até maior que o das ditaduras, quer de direita ou de esquerda, quando estas ideologias realmente existiam. E todos estes, ainda fazendo um oportuno paralelo, equivalendo-se ao terrorismo do indefectível pós-moderno fundamentalismo religioso.
Temos, hoje, um Oriente violento e apologeticamente desrespeitoso para com os Direitos Humanos e a liberdade de culto e de opinião. E um Ocidente em completa degeneração moral e, muito em função também disso, violento: à semelhança da geração diluviana. Com o agravante, no caso do Ocidente, de uma nova forma de ditadura comportamental que já se afigura, a ditadura das minorias. Que não nos traga pior horror. Sabemos que toda ditadura tende a calcar-se no revanchismo. E, historicamente, a atitude da cristandade nominal para com essas mesmas minorias foi tudo: menos cristã.

10.10.  Inconteste divisor de águas, porém, e força motriz de aceleração para esse estado de permissividade hoje visto foi a nudez feminina. Alimenta todos os dias e por vinte quatro horas o olhar concupiscente. Tendo, aliás, se transformado quase que na razão de ser das poderosas indústrias da beleza e da publicidade, entre outras.
Aonde isso vai e onde irá chegar já o sabemos (Apocalipse 17). Só não podemos ser participantes, em nível pessoal ou de comunidade, dos pecados da nossa própria geração e das gerações anteriores. E muito menos de qualquer pós-moderna coletividade anti-religiosa, não-religiosa ou apenas religiosa (Romanos 1). Com o risco de perdemos a autoridade espiritual, até para suplicarmos por um avivamento (Romanos 2): única consistente esperança (II Crônicas 7: 14) de vida e refreio, pelo menos em nossa nação, ao mistério da iniquidade previsto por Paulo (II Tessalonicenses 2: 7-12). Operante desde o tempo do apóstolo, tal mistério e/ou “ministério” vai deixando de ser mistério, para tornar-se revelação do nível insuportável de apostasia que antecede a vinda do Senhor. É, dentre tantos outros (Mateus 24:9), mais um inequívoco sinal. 

10.11. É bem possível que a geração atual (E mesmo o cristão, nascido no pós-liberação feminina, pílula anticoncepcional, Woodstock, movimento estudantil na França e a morte das utopias ideológicas, dentre outros fatos históricos.) não se dê conta das implicações do que estou dizendo. Talvez ainda nos falte a real percepção do que seja o curso deste mundo, segundo e seguindo o príncipe das potestades do ar e o espírito que agora, nesse tempo presente, atua nos filhos da desobediência (Efésios 2: 1-3). Adviriam disso os conceitos evasivos sobre a santidade na cristandade pós-moderna, assim como a proliferação de comunidades inteiras torcendo o nariz à condenação veemente que a Bíblia faz de certas antigas práticas cananitas (Levítico 18: 24-28). No atual cenário de multiplicação da pecaminosidade, elas ganham força, sendo festejadas em alguns setores formadores de opinião. Mas é natural que o homem deste fim de tempos não se dê conta das implicações, em função de sua condição decaída e de inimizade contra Deus. 
Deus é amor; mas, por causa do Seu próprio caráter, visita a iniquidade dos pais nos filhos (Êxodo 20: 3-6), exercendo justo juízo contra a pecaminosidade acumulada através das gerações (Êxodo 20: 3-6). O povo judeu que o diga.
Seria muito triste, ao contrário do avivamento, deixarmos um peso de iniquidade ainda maior do que recebemos às futuras gerações. Temo, porém, que tendo a cristandade ocidental aderido tão fácil e fortemente à sociedade do consumo e à cultura do espetáculo, esses outros dois avassaladores pesos de iniquidade do fim dos tempos,  se torne a coisa incontornável. Os dias são maus. E uma certa religiosidade ou “espiritualidade” refratária à verdadeira adoração impera; assim como, em boa parcela da cristandade, um "evangelho" que vai se tornando, dia após dia, inimigo da cruz  de Cristo (I João 4: 4-5 e Filipenses 3: 17-21). Além do mais, caso perguntemos a uma série de assuntos e questões hoje levantadas no meio dito cristão "Mas o que isso tem a ver com as sãs palavras de Nosso Senhor Cristo e com o ensino apostólico, o qual é segundo a piedade (intensa devoção a Deus e amor para com os nossos semelhentes)?" A resposta seria ab-so-lu-ta-men-te NADA!!!       
     
IV – DURO É ESTE DISCURSO. QUEM PODERIA, ENTÃO, CONSIDERÁ-LO?

10.12-a. Á luz de tudo que foi exposto, cabe, então, uma breve análise de algumas peças do vestuário feminino, mais a título de exemplo e compreensão plena das implicações do seu uso indiscriminado. Consolidaram-se nesses nossos tempos trabalhosos, tornando-se emblemáticos da (e na) cultura ocidental contemporânea.
A análise a que me proponho tende a ser desconcertante, penso; mas nos ajudaria ver o assunto em pauta com a acuidade devida. Antes, porém, farei sete perguntas. Não se trata de mais uma Saia Justa, como se observou ao final de cada capítulo da primeira parte desta obra. Faço-as porque creio que a resposta honesta nos seria também útil à unidade de pensamento e postura, perante o que está em pauta. Nosso tema, ao que me parece, em função do forte grau de adesão da cristandade à sociedade do consumo e à cultura do espetáculo, tende a transmutar-se num melindre para muita gente.
I –  Se a biologicamente a mulher sente mais frio do que o homem, qual a lógica, senão perversa, por detrás de uma moda que (na cultura ocidental) pura e simplesmente a desnuda em relação aos mesmos?
II - E não é vexatório as orientais, principalmente a mulher islâmica; e as freiras, missionárias e voluntárias das pastorais católicas; e até as apresentadoras de telejornais das mais abomináveis redes de TV se apresentarem no maior das vezes demonstrando mais pudor em suas vestimentas do que boa parcela de nossas irmãs? (E, entre as mesmas,  algumas adoradoras e pastoras. Nos púlpitos.)
III -  A nudez da mulher ocidental não se transformou em um ato de agressão a qualquer homem que tenha a pureza, a santificação ou a fidelidade conjugal como projeto de vida?
IV -  E a adesão de algumas cristãs evangélicas a esse estado de coisa irreversível-irrefreável? Não traria sérias consequências no mundo espiritual?
V -  Quais as chances de Jó, em seu tempo e na cultura oriental pré-abrâmica,  deparar-se diária e sistematicamente com pernas à mostra, assim como, ombros, dorsos e umbigos femininos, e os tais indefectíveis “cofrinhos”; além de decotes absurdos que, quando não deixam à mostra glândulas mamárias quase por inteiro, operam o efeito de forte sugestão quanto ao seios da mulher despudorada?
VI -  Ou de a rudimentar indústria têxtil da antiguidade fabricar tecidos escandalosamente transparentes?
VII -  Ou de o conceito de moda feminina (à época vigente) exigir fossem as vestes grudadas ao corpo, no sentido de chamar excessiva atenção para as formas de uma mulher, além de deixar delineadas, de maneira tão apelativa, as suas roupas íntimas? (Há o caso, nos dias de hoje, de moletons até calças compridas deixarem tão em evidência as genitálias, quanto deixam as blusas à formatura dos seios; observando-se, evidentemente, os níveis de proporcionalidade.)
Respostas às três perguntas envolvendo Jó: ab-so-lu-ta-men-te nenhuma! Porém, a despeito de tudo isso, aquele homem, considerado entre os três mais justos e piedosos do Antigo Testamento, teve que fazer um concerto com os seus olhos (31: 1-4 BV).

10.12-b. O modelito vulgarizado em nosso país como tomara-que-caia parece ter-se transformado no xodó de nove em dez nubentes. Mas, na construção de um lar cristão, com seu leito sem mácula (Hebreus 13: 4), não seria razoável uma noiva cuja vestimenta desperte concupiscências (I Tessalonicenses 4: 3-7). É fato que, no ambiente de culto, ou outro qualquer em que as pessoas ficam enfileiradas, os ombros a descoberto de uma mulher, quando dela nada mais se vê, tornam-se por demais instigantes à lascívia. Mesmo num homem de Deus, em quem a concupiscência deve estar crucificada em Cristo, assim como a velha natureza; assim como no impuro, com os seus olhos cheios de adultério. É que tal fato tende a instigar a imaginação (quer em função da impureza pessoal, quer pela tentação satânica) em como seria a condição daquela pessoa em um nu total.
Sei que os verdadeiros discípulos de Cristo de pronto os repreende (tentação e imaginação.), tendo-se em vista as palavras do Senhor (Mateus  5: 27-30). Mas quem garante que o ímpio ou que um apóstata infiltrado (II Pedro 2: 12-16) em tal visão não simplesmente “viaje”?
E estando a maldição já no nome dado a um vestuário, fato ter sido o mesmo transformado na cultura em símbolo ou ícone de rebelião, seria mesmo preciso dizer mais alguma coisa?

10.12-c. Já o biquíni, faz a mais perfeita combinação entre o despudor e a sugestividade: descobre o que deveria cobrir e o que veste, o faz com forte carga de sugestão. Tanto que, no Brasil, a peça “evoluiu”, em sua condição de impudicícia, para o denominado fio-dental: a degeneração mais aproximada do topless. Bem sabemos que ideal de Satanás em quaisquer culturas é torná-la completamente permissiva. E desse modo, contrariar total e frontalmente o que preconiza Levítico capítulo dezoito e a pontualidade do ensino apostólico. A nudez como um banquete pro olhar, abre o caminho para todo o resto.
Além das referidas peças, existem ainda outras, como  a mini-saia, totalmente réprobas dentro do conceito cristão de pudor e sobriedade. Mas, no geral, a questão nem estaria numa vestimenta em si, porém, no modelo ou no tecido utilizado: curto, justo, transparente, decotado, com aberturas, etc., e sobre tudo: foi concebido e está utilizado com que intenção? E, mesmo sem a má intenção, há que se perguntar: o ambiente é realmente adequado?
Pois de fato, alguém poderia ponderar, até tomando por base a epígrafe deste capítulo, não haver intencionalidade sexual no uso de algumas peças citadas, quando de uma atividade de lazer. Porém, o que pode ser simples lazer para uns, não é para outros.  E, às vezes, até serve de instigação a atos impuros (ou violentos). Muito se guardaria a mulher cristã não servindo de tropeço para ninguém (Romanos 14: 21).  Quer dizer: NÃO incitando a lascívia e, consequentmente, não defraudando o sexo oposto.

10.12-d. Pode também a questão não estar na peça do vestuário, mas nos elementos anatômicos de determinadas pessoas. Por exemplo: à mulher de cintura fina e nádegas considerável, qualquer roupa muito justa e dependendo do tecido, tende a aguçar o olhar concupiscente do homem impuro. Sabemos do fetiche que teria o brasileiro pelo seu tipo e por essa peculiaridade de sua anatomia. Ora, o conceito mundano de moda prega a superexposição dos dotes femininos que numa pessoa se destacam, assim como a potencialização, através de plásticas e implantes e coisas do gênero, do que a anatomia a algumas não privilegiou. A Bíblia, porém, exige a mulher de Deus como um jardim fechado; e o acesso a seus dotes, ainda que na perspectiva do olhar, restrito ao marido (Cantares 4: 12 e 8: 8-9). Por outro lado, se o conceito mundano de moda quer descobrir a nudez; e, até mesmo ao vestir uma mulher, insiste em desnudá-la, através da sugestividade; o conceito cristão apostólico exige justamente o contrário. Moda com modéstia e decência. E tal conceito radicaliza-se contra o despudor em quaisquer de suas variantes.

10.12-e. A bem da verdade, a questão poderia nem estar no próprio tipo de vestimenta, seja ele qual for, dependendo das condições do uso. Pois, na intimidade do lar, com seu esposo, ou num ambiente exclusivamente feminino (Porém, reservado a mulheres de opção sexual do agrado de  Deus, outra exigência desses fins de tempo.) nenhuma peça de vestuário tenderia a se tornar fator de sedução e/ou defraudação. Mas cabe ainda lembrar, até mesmo no que diz respeito aos casados: desde que isentos (vestimenta e seu uso) de fetichismo (I Tessalonicenses 4: 3-7).
Há, todavia, nos dias hoje, dois riscos altíssimos a ser considerados, quando da exposição de quem quer que seja: a mídia e sua capacidade incomensurável de propagação da imagem e o fator cultual (Quer dizer, espiritual,) por detrás dos usos e costumes arraigados na cultura. Falaremos também disso, mas no próximo capítulo.



PRÓXIMA POSTAGEM:

A Igreja Brasileira & O Livro de Juízes: Terrível Similaridade.
(Ou: Cristandade Pós-moderna em Questão 02).
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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

NÃO, MAOMÉ NUNCA FOI CHARLIE HEBDO !!! (Mas, Sim, O Islã Radical).

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Causa-me espécie saber que, após as atrocidades sofridas por alguns de seus colaboradores e as manifestações que se seguiram, em favor da liberdade de opinião e expressão, na França,  a "Charlie Hebdo" volte à ativa com uma capa, enquanto idéia, das mais infelizes. Quem sabe, o tanto quanto a estupidez dos atentados.
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Se o exemplo de não ceder ao terror, voltando à ativa, é salutar (Por mais que eu, pessoalmente discorde da linha editorial do jornal.), dizer em capa que o profeta do Islã é  Charlie Hebdo  não passa de uma grande piada. Mas, de muito mau gosto. O mínimo que se exige de um veículo, que se propõe a ser formador de opinião, é que faça a apologia da verdade. Mesmo que esta já tão rara virtude tenha se tornado para muitos num valor apenas relativo. Recentemente, uma angustiada mãe de filho sequestrado e, sem bem lembro, posteriormente degolado por recruta do ISIS, apelou aos algozes em nome de uma compaixão que Maomé e nem o deus corânico jamais tiveram. Basta conhecer o mínimo de tal livro e do principal líder da religião.
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Há no Alcorão mais de uma centena de versos incitantes da violência. Um deles, inclusive, dizendo de forma literal que o Islã deve prevalecer (Subentendo que não importa como.) sobre as demais religiões. E, conforme informo no meu RESPOSTA AO ISLÃ (O Que Todo Cristão Precisa Saber Sobre O Islamismo & Sobre A Sua Própria Fé) – Volume 01:

 Observamos que o principal (líder) deles, Maomé, jamais se enquadraria nas qualificações de um simples líder cristão. Quanto à moralidade; à sexualidade; ao caráter pacífico; e quanto ao fato de não fazer da religião um meio de vida ou de projeção política com intenções totalmente questionáveis.
Conforme já o dissemos e importa repetir, a imposição da religião islâmica implicou em atrocidades condenáveis tanto quanto as denunciadas no tempo da Jahiliyya. Além de conversões forçadas e, certamente, estimuladas por uma percepção carnal do Paraíso. E qualquer estudioso minimamente isento não deixa de ficar horrorizado de como tais escrituras (Tanto o Alcorão, como a Suna.) ousam “justificar” certas pessoas e tais atos. E logo se compreende que tal pensamento e percepção da vida, de Deus e da religião tendem a levar os desinformados ou mal-informados ao extremismo. Num dos meus escritos sobre a comparação que quer o Islã fazer entre Maomé e Jesus em relação à Moisés, cito o artigo A Vida Real de Maomé, escrito por W.H.T. Gairdner, também em réplica a determinada publicação islâmica. Gairdner, apurou na própria Suna e em estudiosos da mesma, elementos para, sem o risco de falso testemunho _ E o cristão verdadeiro não se contenta com menos que a verdade... _ , atribuirmos a Maomé:
1 – saques;
2 – desrespeito às convenções de guerra;
3 – deportação e execução em massa, inclusive de prisioneiros de guerra;
4 – ataques não-provocados e governo através de assassinatos;
5 – abuso coletivo de mulheres;
6 – conversões forçadas ou estimuladas por uma percepção carnal do Paraíso;
7 – além do fato, também apurado no estudo de livros da Suna, de ser aquele líder religioso, em termos de temperamento, um homem irascível, vingativo e impiedoso. 
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A própria fundação do Xiismo bem demonstra os bastidores e o caráter dos sucessores de Maomé como líderes da religião, com o assassinato Aly e do próprio Ulthman, que o antecedeu. Já no que diz respeito ao Cristianismo, máculas dessa enormidade jamais foram encontradas nos apóstolos e primeiros discípulos ou lideranças pós-apostólica pré-Catolicismo. Na história do Catolicismo é que iremos
encontrar, assim como no Protestantismo pós-Reforma, notícia de horrores semelhantes e indicativos do caráter anticristão  de ditos praticantes do... Cristianismo (Judas 3-4 e II Pedro 2:1-3).
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A pergunta que fica, tomando por base esses apontamentos é: quem tinha por uma questão de caráter e valores morais a capacidade de ser totalmente verdadeiro em seus escritos? Com quem, por exemplo, a minha leitora (Vivendo numa cultura em que a religião NÃO fosse impositiva e compulsória.) preferiria se casar? E a quem o meu leitor teria a segurança de dar a sua filha por casamento???” 
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No segundo volume da mesma obra, em que o tema é necessária comparação entre Jesus e Maomé com relação ao Moisés, há o aprofundamento pormenorizado desse Quem é quem com todos os seus por quês. Mas, para que tenhamos a mínima ideia da diferença existentes entre os personagens e os livros tido por sagrado pelo Cristianismo e o Islã, vale citar um fato. Esta semana, uma nota de pé-de-página do principal tabloide da minha cidade, na qual a cobertura, óbvio, era os atentados na França,  trazia a informação de uma menina de dez anos. Ela teria se explodido e matado mais de vinte na Nigéria, em nome do Islamismo de Maomé.
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O mais triste de tudo isso é que, na teologia muçulmana e fato literal em versos do livro, a recompensa daquela pobre criança, no suposto paraíso corânico, seria tornar-se uma dentre dezenas de virgens para ser usadas por um apenas dos mártires (Leia-se, modernamente, homens-bomba.) da religião. Como pode um bilhão e meio de pessoas aceitar percepção tão carnalizada do Paraíso, se Jesus Cristo (Issa no Islã.), também tomado como profeta da religião e detentor da revelação anterior a que teria trazido Maomé, afirma literalmente, que “no céu não se casa e nem se dá em casamento; pois são todos como anjos no céu” (Marcos 12:25)???
Alguém está mentido e nem pode o mesmo Deus ser autor dos dois livros e inspirador destes dois nada conciliáveis profetas. Por isso, vale a pena aos que têm sede da verdade melhor se informar. Caso o leitor queira, segue alguns links de RESPOSTA AO ISLÃ, acessível também neste blog.
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AOS AMANTES DA VERDADE (Introdução Vol. 01):


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QUEM É JESUS & QUEM É MAOMÉ??? (Introdução Vol. 02):
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MONOTEÍSTAS? ATÉ OS DEMÔNIOS O SÃO. É PRECISO REVELAR O CARÁTER DE DEUS. (Introdução Vol. 03):
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Vol. 01:

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Vol. 02:
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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

3-CAP 09 CRISTANDADE, MODA FEMININA: Cultura Contaminada Pela Nudez & A Partir do Olhar Concupiscente.

(Terceira edição/temporada digital. Texto revisto - NOV/2014.)
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Leitura: II Samuel 12; Apocalipse 2: 12-16 e 20-25.

8.1. Costuma acontecer. E, quando ocorre, parece que a fé perde o seu chão e intimamente nos perguntamos  Por quê? Ou: Onde Deus estava?
Eu era adolescente, neófito nas coisas do Senhor e, conseqüentemente, triunfalista. E fiquei chocado com o fato de uma jovem ter sido violentada, quando voltava de um culto. Há alguns anos atrás, na minha cidade aconteceu algo tão terrível com a filha ainda bem menina de um casal cristão, que o acontecimento ganhou repercussão nacional e internacional. Até veio a se tornar num referencial da luta pela categorização e punição dos crimes hediondos em nosso país, em função da posterior militância político-social da mãe.
Lembro-me ainda, mais recentemente, do testemunho de certo pastor, num dos cultos da igreja onde congrego. Contou-nos de como ele e sua família reagiram, quando tiveram a casa invadida e a filha, na flor de sua juventude, abusada. Veja que não estamos falando de casos ocorridos em países onde a perseguição contra os cristãos é ferrenha. Sabe-se que em tais lugares a polícia não se presta à investigação ou à punição dos culpados. E violência dessa e outra natureza, quando não praticada, é objeto da complacência ou da aprovação dissimulada (Ou até mesmo declarada.) de fundamentalistas religiosos.

8.2. Acontece. E, como não encontramos resposta satisfatória, passamos às seguintes indagações: Que fez tal pessoa ou a família para “merecer”? A sabedoria bíblica nos faz entender que Deus não é injusto para com seus filhos, nem mesmo quando permite, em Sua soberania, que tais coisas aconteçam. Por mais que aos nossos olhos pareça inexplicável.
Em verdade, sou testemunha de que tudo absolutamente tudo, à exceção, evidentemente do pecado, cooperam para bem daqueles que amam a Deus, conforme é taxativa A Palavra. De minha parte, quando sucedeu de eu ter presenciado àquele fato horrível de que faço menção na introdução deste livro, olhando por todos os ângulos, pareceu-me impraticável, na parte que me toca, aplicar-lhe Romanos 8: 28. Hoje, entendo que, se eu não tivesse presenciado o que presenciei, exatamente naquelas circunstâncias, teria por certo recalcitrado.
Talvez eu me enchesse de melindres em (e ao) entregar à igreja do Senhor Jesus a palavra de sabedoria que ora entrego. Pois tenho plena consciência de que é um ensinamento desconcertante para boa parcela da nossa cristandade. Atingida em cheio nos seus conceitos culturais, os quais definem suas opiniões sobre moda feminina, pudor e santidade.
Na verdade, todas as coisas cooperam não apenas para o nosso bem, particularmente falando; mas para o bem do corpo de Cristo por inteiro.  E essa foi a tônica do testemunho dado pelo pastor a que referi, nos contando de como a filha superou o trauma. Ela é hoje uma mulher casada, mãe de filhos, feliz sexualmente com o marido porque, no momento mais traumático de sua existência, encontrou graça sobre graça (João 1: 16-18) para perdoar aos agressores e suplicar ao Senhor Jesus para que nada daquilo viesse a comprometer a sua felicidade futura de esposa e mulher.

8.3.  A despeito do exposto até aqui, como se eu tivesse a presunção de me passar por um advogado de YHWH, sei que as perguntas ainda inquietam; logo, jamais parecerão suficientemente respondidas. Até porque é preciso estar muito perto do Senhor Jesus para reagir como reagiu a filha daquele pastor. Qualquer outra irmã, com uma visão triunfalista da fé, talvez a própria fé abandonasse. Ou, quem sabe, não entraria num terrível e demorado conflito, até conseguir liberar perdão e permitir ao Senhor Jesus sará-la no seu emocional, tão fortemente abalado. E não é para menos. Mas as perguntas permanecem: Por quê? Onde estava Deus, que não mandou Seus anjos, para socorro? Não está escrito que o Anjo do Senhor (Cristo em teofanias, creio.) acampa-se ao redor dos que O temem e os livra?  Ou: Que fez, então, a pessoa e sua família para merecer?
Esquecemo-nos de que as misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque elas não têm fim e se renovam a cada manhã. E não só disso (Ainda citando o profeta Jeremias.), mas também: “Por que, pois se queixa o homem vivente? Queixe-se cada um pelos seus próprios pecados (Lamentações 3: 39)” Mas quais? O sangue de Jesus Cristo não os cobriu?

8.4. É certo que o cristão autêntico, na plenitude da graça não vive na prática de faltas graves ou para morte, como assegura João. Mas também é fato que nossa participação apenas subjetiva nos pecados de uma coletividade, ainda que tidos por aceitáveis ou mesmo nem considerados como tal, fortalecem mazelas e a proliferação de abominações no meio em que vivemos (Romanos 1: 16-32). Como bem quer os poderes das trevas, o nosso grau de adesão dá legalidade a espíritos territoriais e dominadores da cultura; além de diminuir-nos a autoridade espiritual. E pode Deus permitir, por disciplina ou provação, que sejamos também vitimados (Apocalipse 2: 12-17).
A cultura brasileira, a exemplo da civilização pré-diluviana, não se tornou sexista e violenta por um caso. Houve todo um processo histórico. Não tendo havido refreio, caminha a passos largos para a sodomização. Agora, se determinadas práticas sociais enraizadas na cultura são por nós, os cristãos, adotadas, então nos colocamos debaixo de legalidade. E somente a misericórdia do Senhor poderá nos livrar de seus efeitos nefastos; e,  não, o triunfalismo duvidoso em nossa fé. Ora, numa sociedade sexista e violenta, na qual o voyerismo e o exibicionismo estão fortemente entrelaçados, alimentando uma moda feminina despudorada, aceitar as coisas como exatamente são (ou estão), é dar muita munição ao Adversário. Pois, se uma mulher que se diz cristã veste-se como uma qualquer e, em função disso, ainda que inconsciente ou involuntariamente,  seduz e defrauda o sexo oposto; com que autoridade espiritual poderá:
1 - Impedir que um jovem em idade hormonal, na sua solidão escusa, não peque com ela, mesmo sem lhe tocar?
2 - Evitar que um marido mau-caráter ou em crise conjugal praticamente se masturbe com a esposa, pensando no modo que, despudorada e/ou sugestivamente, o corpo a dita cristã se lhe exibiu?
3 -  Evitar que não seja alvo de gracejos e/ou de comentários libidinosos?
4 - Que sendo solteira, não atraia homens com as piores das intenções (Provérbios 26: 23-25 RC)?
5 -  Não se torne vítima em  potencial de alguém obcecado pelo seu tipo de beleza exterior, trazendo-lhe sérios constrangimentos?
6 -  Evitar ser mal interpretada em suas intenções e palavras ao lidar com o sexo oposto?
7 - Impedir que sua nudez não agrida a homens que têm a santidade como projeto de vida? No risco de que, ambos dando lugar ao diabo, se lhes aflore uma tresloucada paixão, ao estilo Davi e Bate-Seba.

8.5. O leque das possibilidades levantadas dá-nos conta apenas de atos e fatos corriqueiros. E, alguns, aceitos com vergonhosa normalidade em nossa sociedade, em função do sensualismo tão fortemente arraigado na cultura. E todos nós podemos tão dolorosamente detecta-lo: no palavreado com seus duplos sentidos; nos padrões impostos pela indústria da beleza, com seus cosméticos, dietas e cirurgia plásticas, devido à eterna insatisfação de algumas mulheres com o corpo que Deus lhes deu; no mundo da propaganda e da publicidade como uma praga; nas tramas de toda e qualquer produção literária ou cinematográfica em geral; no lugar comum das telenovelas, pra variar abomináveis; invadiu as redes sociais, onde até uma parcela dos emotions e vídeos veiculados por cristãos utilizam imagens com alguma carga de sensualidade e, portanto, réprobas (Colossenses 3: 5-10).
E se tudo começa no olhar, alimentado pelo despudor, com que autoridade espiritual vociferar contra o que é hediondo?  Pois não estamos, numa certa medida, contribuindo com o que subsiste em sua origem e o alimentando, até que o mesmo ganhe as formas da monstruosidade, tão regularmente noticiadas nesses dias tenebrosos?


II

8.6-a. O olhar concupiscente e a nudez despudorada e/ou sugestiva estão na raiz de iniqüidade de toda perversão cultural. Sem contesta-los e condena-los, não haveria mesmo outra maneira de se bem interpretar e aplicar à nossa vida diária, a despeito das distorções da contemporaneidade, Levítico capítulo dezoito. Assim como toda a pontualidade do ensinamento apostólico sobre o vestuário feminino, além das representações bíblicas da mulher despudorada com relação à natureza humana decaída. Que Ezequiel capítulos 16 e 23, Apocalipse 17 em conformação com as palavras de Paulo e Pedro estejam sempre em nossos corações!
É de se lamentar o fato de ter sido retirada das modernas versões da Bíblia em Português a expressão “Descobrir sua nudez”, no capítulo dezoito do Livro de Levítico. Segundo Donald Stamps, esta é uma expressão que traduz literalmente frase hebraica de igual teor. E não se refere apenas às horrendas perversões praticadas pelo povo cananita: abrange tudo o que se refere a práticas sexuais impuras e ilícitas; mesmo aquelas tão-somente aproximadas do ato sexual consumado. De onde se pode inferir: qualquer tipo de voyerismo,  masturbação;  sedução;  exibicionismo; carícias e demais liberdades peculiares ao indefectível e pós-modernoso  Ficar, dentre outras.
Voltando ao comentário de Stamps, ele é apostolicamente contundente: “Qualquer tipo de prática sexual que resulta em descobrir, expor, ou ver a nudez de alguém que não seja seu legítimo cônjuge, viola a fronteira da pureza e comete pecado grave diante de Deus.”  E há na (sua) Bíblia de Estudo Pentecostal - CPAD, fonte da citação acima, interessante estudo, intitulado Padrões de Moralidade Sexual.     

8.6-b. Em resposta aos questionamentos feitos nos primeiros parágrafos deste arrazoado, cabe esclarecer:
I - Jovens da pureza pessoal e estatura espiritual de um Daniel e seus três companheiros, assim como o profeta Ezequiel, e quem sabe quanto outros, também sofreram o exílio babilônico. Nem todos com a condição, digamos  privilegiada, dos primeiros; muito antes pelo contrário. Ezequiel que o diga (Ezequiel 4: 9-17)!
II -  Ester apenas se livrou de ser usada por uma só noite, e depois ser relegada à viuvez forçada, por causa da misericórdia sem fim do Senhor e de Seus propósitos divinos na vida dela a favor de Israel (Ester 2: 12-14 e 17-15).
III - Os sete mil que não se curvaram a Baal no tempo de Elias e de Eliseu padeceram a mesma fome que a nação iníqua, inclusive a família dos profetas que se encavernaram. (I Reis 18: 8-14 e 19: 14 e II Reis 4: 1-7).
 IV - O maior evangelista pessoal do Antigo Testamento é uma menina judia. Adolescente ou, talvez, pré-adolescente; mas uma menina de fé. Por causa dos pecados do seu povo, quem sabe até de seus próprios pais, foi levada cativa pelo comandante do exército da Síria. Ela o conduziu a cura, porque era leproso, e à fé verdadeira no único Deus (II Reis 5). Mas poderia ter sido apenas sistematicamente usada sexualmente por aquele mesmo homem. Assim com grande parcela das mulheres negras, no regime da escravidão nos países ditos cristãos das Américas, pois era o costume naqueles abjetos sistemas. A legalidade dada por Israel teria deixado a menina israelita (E, sabe-se lá, a quantas outras sem a mesma sorte da nossa pequena heroína da fé!) na condição de tamanha desgraça; seja, de mucama.
V - Quando os babilônicos destruíram Jerusalém, mulheres grávidas foram desventradas a golpes de lanças e espadas; meninas, jovens e adolescentes violentadas; e nenês indefesos, arrancados de seus pais, pegos pelas pernas e arremessados contra as paredes. Tal, dentre tantos outros horrores, é a razão de ser da forte imprecação expressa nos três últimos versos do Salmo 137 e do choro dilacerado no Livro das Lamentações. Será que todos, sem exceção eram culpados? E o que dizer das crianças e dos nenês de colo?
 VI - Em todo trono de Satanás, onde Jezabel, poderosíssima, habita qualquer Antipas tenderá a ser sistematicamente antipatizado ou martirizado (Apocalipse 2: 12-13). Até mesmo no meio do povo de Deus. Na igreja local do Novo Testamento onde aquela, a exemplo do Israel antigo, foi elevada à condição de forte influência e, possivelmente, liderança, houve quem a resistisse (Apocalipse 2: 21-25). Mas parece que não eram muitos. Tudo em função de uma cultura dominante, à qual havia também a adesão da igreja; e justamente por isso que em Tiatira o digamos “ministério” da potestade ganha vulto. Repetia-se o passado, a despeito do desejo de santidade alguns crentes. Que seria daquela comunidade  sem a resistência deles? Uma igreja perdida, com os seus vencidos, numa escala crescente, por Satanás, pelo mundo e pela carne (II Tessalonicenses 2: 7-12 e Gálatas 5: 16-19).
VII -  Em Mateus 27: 24-26 estamos diante do mais triste legado que se pôde (em toda a história da humanidade) pais terem-no deixado aos seus filhos e às futuras gerações. O que veio depois e o que ainda há de vir, em decorrência do fato, são as tragédias mais dolorosas da história judaica. (Até que, por fim, venha o também previsto arrependimento e o reconhecimento do Messias, o qual esteve entre nós, mas voltará, só que nas circunstâncias em que fala o profeta Zacarias (12: 9-10). Daí que muitos judeus foram trucidados no Cerco de Jerusalém nos Ano 70 d.C. pelo general romano Tito; e milhões exterminados no Holocausto (II Guerra Mundial). A despeito de nem todos eles, certamente, concordarem com a ação nefasta de seus pais e ancestrais, décadas e milênios atrás. Pior que a rejeição ao Cristo, Filho de Deus Vivo, é o acontecido vir como que se perpetuando, através da atitude das gerações posteriores, num crescente de culpa transferida de país para filhos, a despeito de todas as promessas feitas a Abraão (Êxodo 20: 5-b).  

8.6-c. Até por ser emblemático; e se poder tomar como outra parábola da pós-modernidade vida cristã; convém abrirmos um parêntese para análise do caso do justo e intimamente atormentado Ló (II Pedro 2: 4-10). Pertence a Antiguidade bíblica. Afligia-se ele pelos pecados de Sodoma e Gomorra; mas, num momento extremo, demonstra ter-se tornado refém do modo de ver as coisas, próprio do lugar onde vivia e materialmente prosperou: aquele trono por excelência de Satanás, que era Sodoma. Ló não pestanejou em querer entregar as próprias filhas virgens para serem abusadas pelos homens da cidade. Pensava, com isso, livrar os anjos de Deus da perversão sexual de seus concidadãos. Na sua incredulidade e falta de discernimento espiritual, achava que poderia livrar aos que foram enviados para salvá-lo (Gênesis 19). As filhas de Ló, também reféns da cultura, em vez de confiarem em Deus noutra situação tida por extrema, embriagaram-no e cometeram incesto com o pai.
Como vimos, em alguns dos exemplos numerados no parágrafo anterior, temos a situação de pessoas que, mesmo sendo totalmente inculpáveis pessoalmente, acabaram sofrendo as consequências do pecado da sua geração e das gerações anteriores. E no caso Ló, vemos uma família que se tornou refém do meio social em que vivia, porque em relação ao mesmo não se radicalizou.
Infelizmente, boa parcela da igreja brasileira, em função dos seus discursos e conceitos sobre santidade, pudor e liberdade cristã, além da adesão ao lado podre da cultura ocidental, estaria mais para Ló e suas filhas tresloucadas do que para Daniel e seus três amigos.  A sodomização da cultura ocidental, nestes fins de tempos, se me afigura uma fornalha contemporânea. E sei que qualquer crente ou liderança autenticamente cristã que não venha a incensar esse espectro globalizado de nova ditadura cultural, as das minorias, tenderá a ser jogado nalguma cova de leões. Sairíamos ilesos?

8.7. Que todo esse arrazoado possa realmente servir para uma profunda reflexão sobre o baixo nível da espiritualidade de nossa nação; da qual, num estúpido contra-senso, alguém diz ser (e majoritariamente) cristã. A civilização brasileira, desde o descobrimento, sempre foi contaminada pelo olhar (Dito cristão, mas...) concupiscente. E o pior: parcela dos evangélicos nos dias atuais dessa cultura tem se tornado refém. Algumas de nossas irmãs acham normal comportar-se como um de seus modelos e manequins, quando se trata de moda. E não é nenhuma novidade a falta de discernimento do lixo espiritual em forma de usos e costumes, além de não faltar teologias em linha de colisão com o ensinamento apostólico, na acepção do Novo Testamento. Deveríamos ser o sal que impede a corrosão social e não, indiscriminada ou gradualmente, aderir ao que deveríamos determinada e terminantemente rechaçar. Digo-o mais em nível de uma vivência em comunidade, fechada com os valores divinos (Atos 5: 12-13). E menos, em termos de desastrados embates políticos, bate-bocas e demais coisas do gênero baixo-nível e política partidária de caráter muito duvidoso. E se no mais das vezes o pior não nos acontece, em nível pessoal ou familiar, a exemplo dos relatos desconcertantes do primeiro parágrafo deste texto, não creio que seja tanto pelo triunfalismo duvidoso em nossa fé; mas pelas misericórdias de Deus. Nem sempre a nossa pureza pessoal ou a de nossos antepassados, por cujas iniquidades, quem sabe, não nos penitenciamos e com as mesmas, no mundo espiritual, ainda não rompemos, da legalidade estiveram isentas (Êxodo 20: 5-6). 

8.8. Quando eu estava preparando a redação final deste capítulo, a cristandade de minha cidade se viu estarrecida com um fato, estampado como a manchete de capa do principal tablóide. Nada menos que um crime passional, ocorrido no interior de um templo, durante o culto.
Certo indivíduo, de quarenta anos, nome bíblico, possivelmente nascido num lar cristão, além de na reportagem identificado como alguém de alguma forma inserido numa outra comunidade evangélica, assassinou covardemente a tiros uma jovem. E ela, momentos antes, juntamente com seu irmão adolescente, estivera no altar: participava do louvor!
A moça tinha apenas 17 anos e era estudante de Direito. Segundo a reportagem em pauta, desde os quinze, envolvera-se com o seu futuro assassino, o qual a conhecera ainda criança. Por causa de tal envolvimento amoroso, a esposa separou-se dele. Após o assassinato, este ainda deslocou-se para outro bairro, na tentativa de matar o atual companheiro da ex-esposa, para, depois, suicidar-se. Foi, porém, contido, após ferir o seu ex-cunhado. A ex-mulher e seu atual companheiro não estavam em casa.
A tragédia poderia ter sido maior. Mas contém todos os elementos da miséria espiritual que se abate sobre a nação, em conseqüência de sua cultura crescentemente contaminada, a partir do olhar concupiscente e da nudez sugestiva e/ou despudorada. Sexualidade precoce; sedução e perversão de menor; filhos fora do controle da disciplina dos pais, quando não em atitude de público e frontal desrespeito para com os mesmos; destruição de lares e desagregação da família, com posterior envolvimento amoroso de seus membros fora dos padrões bíblicos, em função do adultério; desgraça pessoal e tragédia familiar; violência contra a mulher; vitimização de inocentes; crimes cometidos por pessoas incapazes de refrearem seus instintos assassinos ou da demonstração de qualquer remorso; e, por fim, II Timóteo 3: 1-5 em conformação com Apocalipse 22: 11. Inesperado é o fato de uma tragédia desse porte ter ocorrido no ambiente de culto, envolvendo membro atuante numa comunidade e outro pelo menos com circulação no ambiente cristão. Junte-se a tudo isso ao fato das denominações às quais estavam eles inseridos serem reconhecidas pelo rigor de seus padrões morais, usos e costumes.
De fato, os envolvidos deram, e por bastante tempo, muito lugar ao diabo em suas vidas (Efésios 4: 25-27). A moça, foi primeiramente seduzida; e, depois, torna-se parte atuante num triângulo amoroso, envolvendo-se precoce e tresloucadamente com seu futuro algoz. O que vem depois, veio em decorrência da desobediência a Levítico 18 e ao ensinamento apostólico, nas suas lições mais elementares.
Este caso, assim como o fato de que faço relato na introdução deste Cristandade, Moda Feminina & O Xis da Questão, tende também a servir, senão como uma parábola, pelo menos como dolorosa lição para a cristandade contemporânea. Além de permitir o seguinte paralelo: se a nudez Bate-Seba foi capaz trazer à tona em pior de Davi, um homem segundo o coração de Deus, o que o despudor e a sugestividade não pode instigar no ímpio deste final dos tempos? E num desviado, com trânsito desimpedido (Ou, quem sabe, alguns até em posição de honra.) na casa de Deus (Romanos 16: 17-18)?



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